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quinta-feira, dezembro 16, 2010
Gonzo fragments {#2}
1973 Kentucky Derby -- Part 1 (CBS)
1973 Kentucky Derby -- Part 2 (CBS)
1973 Kentucky Derby -- Part 3 (CBS)
1973 Kentucky Derby -- Part 4 (CBS)
O amigo Silva ofereceu este tijolo e o amigo Reis agradece.
sábado, maio 01, 2010
Ainda os cromos...

No fim-de-semana passado cometi a imprudência de comprar A Bola. Lá dentro vinha, oferta {que simpáticos...}, a caderneta Panini do Mundial de Futebol 2010. E dentro da caderneta estava a olhar para mim este senhor, ou seja, este cromo. Kuyt, casaco de treino fechado até cima. Lindo! Como resistir?
Hoje de manhã já estive sentado num banco do jardim a trocar cromos com o filho de um amigo meu. Gostei. Ó se gostei. Gandacromo...
PS — Mas isto de o campeonato ainda estar ao rubro não me deixa verdadeiramente curtir a coisa... A ver se daqui a 2 semanas já estou em World Cup mode. É que eu esta semana fiquei a saber que sou um romântico da bola... {um gajo ouve cada uma!} E nada melhor do que um Mundial de Futebol para animar um romântico da bola. Portanto, a ver se pomos de lado a irracionalidade do coração {arrumar o tal campeonato} e a ver se abraçamos a paixão pelo esférico, pelas nações em calções...
terça-feira, fevereiro 17, 2009
May the Lucas Arts be with you...
Estava eu a preparar-me para mandar umas achegas ao debate de ontem à noite {sim, esse; porque se as segundas são da Fátima, as terças são dos bloggers...} quando, ao passar pelo Nascer do Sol, me deparei com algo bem mais importante, bem mais intenso, bem mais premente. Falo das memórias que o Lourenço ali partilhou connosco acerca da sua relação {amorosa?, poderei aventar} com o jogo Monkey Island e a sua respectiva evolução ao longo dos anos. E de como essas memórias despertaram em mim outras aventuras similares, algumas delas também na companhia do "pirata" Guybrush, mas essencialmente aquelas vividas com dois dos pares mais geniais da história dos jogos de computadores {aviso já que sou leigo na matéria; acredito que possa haver outros tão intensos como estes, mas estes eu conheço-os e bem}, isto é, com a parelha Manny Calavera e Meche {do absurdamente genial Grim Fandango} e com a parelha Ben e Maureen {do seminal Full Throttle}. Corriam os meados dos anos 90 e a Lucas Arts brindava-nos com estes maravilhosos jogos, onde o texto era rei, os enigmas {alguns bem lixados} eram o pico da actividade, os gráficos, bem, eram o que eram e o som era do melhor, autêntica banda sonora. Só estes ingredientes {só uma equipa muito boa por detrás da coisa} poderiam ajudar a ultrapassar aqueles ecrãs estupidamente convexos, aqueles discos rígidos diminutos que carburavam juntamente com placas gráficas limitadas e nos permitiam entrar pela noite dentro, sem descansar enquanto não descobríssemos como enxotar aqueles malditos pombos do terraço do arranha-céus. Belos momentos. Obrigado Lourenço.
Grim Fandango trailer.
Full Throttle trailer.
PS - Foda-se, será possível que eu tivesse usado a palavra seminal lá atrás? Damn!
Grim Fandango trailer.
Full Throttle trailer.
PS - Foda-se, será possível que eu tivesse usado a palavra seminal lá atrás? Damn!
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Ausländer Raus!

«Mas como a bola é ominipresente e omnipotente, acabo por escrever sobre os euros oriundos dos negócios escuros de leste que a partir de ontem parecem valer mais do que os euros dos papalvos lusitanos. Pois, parece que o homem se vai pirar a seguir ao Euro2008 para terras de Sua Majestade. Estou mortinho por vê-lo aguentar-se à brocha com aquela imprensa cocksucker {esta ele já deve saber dizer...} a morder-lhe as canelas a propósito de toda e qualquer decisão {ou não decisão} que o brasileiro fascista protagonizar. Só mesmo um russo novo-rico e ignorante e um clube pequeno como o Chelsea para acharem que isto vai dar bom resultado...» {lido aqui mesmo em 12 de Junho de 2008; mas esta, na realidade, era fácil de adivinhar...}
domingo, junho 15, 2008
«Ó pá, tava fora de jogo, então não vistes?»
Cada dia que passa mais me convenço que uma larga maioria dos portugueses não gosta de futebol. Isto é, não gosta de ver o futebol ser jogado, ser inventado e reinventado, exercido, respirado, homenageado, domado, adorado e sei-lá-mais-que-ado... Não, o que parece aqui valer são as revanches, as mágoas, a falta de objectividade omnipresente, as contas, os cálculos, os resultados, o ter e haver, a puta-que-os-pariu... País de aldrabões, é o que é. Fuma-se no avião como se rouba nos trocos e nas facturas... Como pode um mecânico que não paga impostos saber alguma coisa de bola? Como pode a besta que faz sinais de luzes no túnel do Campo Grande pretender ter uma noção que seja acerca dessa nobre arte que é pensar a bola? Perde-se mais tempo a discutir foras de jogo e estratégias exteriores ao campo do que a admirar, a venerar, a exultar com golos e ataques e manobras e desdobramentos de tirar o fôlego, de fazer o coração palpitar. Aqui centra-se a discussão na hipótese de o novo salário de um jogador poder ou não perturbar-lhe a execução das suas fintas... E em quantos quilos de bacalhau foram na camioneta movida a vontade {ou lá o que é aquele combustível...} Ou no que pensa este e aquele acerca daquele ou daqueloutro... É realmente um país fora de jogo!
Tenham vergonha na cara, meus senhores...
Alguma imprensa francesa, alguma imprensa italiana e, pasmem-se!, alguma imprensa portuguesa andam a sugerir que a selecção holandesa não vai jogar seriamente o jogo contra a Roménia, deixando, portanto, a Roménia vencer o jogo e, desse modo, seguir em frente na competição. É preciso não saber nada de nada! E acima de tudo muita vergonha na cara, uma vez que assim se percebe o que vai na cabeça das pessoas... seria certamente o primeiro pensamento de algumas selecções, não tenho dúvidas, mas tenham juízo e não digam barbaridades. Ó miséria das misérias. Já aquando do último Europeu de Sub21 foi a mesma merda... e a memória continua curta.
Que van Basten vai dar descanso a certos jogadores não restam dúvidas, e atrevo-me a sugerir que Nistelrooy, Boulahrouz, Gio, Sneijder e Kuyt poderam ser elementos a poupar, assim como Ooijer e De Jong ambos com amarelos. Mas restam dúvidas que certos jogadores, que sabem que o mais certo é não jogarem mais senão no próximo jogo devido à forte concorrência, o quererão fazer com toda a gana e golos, muitos golos? Penso em Afellay, Huntelaar, Melchiot, de Cler, por exemplo. O banco holandês é uma equipa do camandro, que tem a lição tão bem estudada como a equipa principal! Podem ser um pouco menos virtuosos {e alguns são-no} mas sabem o que têm a fazer. E o que têm a fazer é ganhar. Ponto final.
«Recorde-se que uma eventual derrota da Holanda qualificaria a Roménia para os quartos-de-final, deixando pelo caminho as poderosas selecções de França e Itália.» Este preciosa conclusão retirei-a d'A Bola, mas poderia ter vindo de muitos outros sítios. As poderosas selecções de que eles falam são aquelas que empataram mal e porcamente com a Roménia!!! E que perderam em toda a linha, e sem espinhas, com a Holanda!!!! Se alguém ficar pelo caminho só se pode queixar de si próprio.
Que van Basten vai dar descanso a certos jogadores não restam dúvidas, e atrevo-me a sugerir que Nistelrooy, Boulahrouz, Gio, Sneijder e Kuyt poderam ser elementos a poupar, assim como Ooijer e De Jong ambos com amarelos. Mas restam dúvidas que certos jogadores, que sabem que o mais certo é não jogarem mais senão no próximo jogo devido à forte concorrência, o quererão fazer com toda a gana e golos, muitos golos? Penso em Afellay, Huntelaar, Melchiot, de Cler, por exemplo. O banco holandês é uma equipa do camandro, que tem a lição tão bem estudada como a equipa principal! Podem ser um pouco menos virtuosos {e alguns são-no} mas sabem o que têm a fazer. E o que têm a fazer é ganhar. Ponto final.
«Recorde-se que uma eventual derrota da Holanda qualificaria a Roménia para os quartos-de-final, deixando pelo caminho as poderosas selecções de França e Itália.» Este preciosa conclusão retirei-a d'A Bola, mas poderia ter vindo de muitos outros sítios. As poderosas selecções de que eles falam são aquelas que empataram mal e porcamente com a Roménia!!! E que perderam em toda a linha, e sem espinhas, com a Holanda!!!! Se alguém ficar pelo caminho só se pode queixar de si próprio.
quinta-feira, junho 12, 2008
O futebol manda, a gente obedece...
É tramado como o futebol {o viver do futebol, para ser mais correcto} mina tudo à volta, seca, drena, impede, atazana a vida mais real, mais palpável, aquela das sensações inadiáveis. Desde que começou o Euro2008, e sobretudo desde que este blog se vestiu de laranja {o folclore nunca se deu bem com a seriedade objectiva}, que se tem tornado virtualmente impossível, quase penoso, escrever sobre outro algo. E muito haveria...
Por exemplo, apeteceu-me já várias vezes escrever sobre a estranha sensação, infusora de um medo forasteiro, constrangedora da respiração mais elementar, que é a sensação que me invade de cada vez que cruzo, que passo, que torneio, que detecto uma {duas, três, mais} mancha de sangue na calçada portuguesa. Já vos aconteceu, decerto. A mim invade-me uma tristeza, uma angústia muito segura de si que me agarra não sei bem onde... O sangue alheio {criança, gorda, velho?}, sem nome {sem-abrigo?}, sem cara {nariz esmurrado?}, é-me difícil de encarar. O medo funciona assim, de resto. É pérfido. Baseia-se, sustenta-se, alimenta-se e fortalece-se da total e simples ignorãncia, suspeição e conjectura. Sem estes três ingredientes o medo não se move. Neste caso não é bem um medo-medo, mas antes um medo-tristeza. Um medo-dor. Mas é qualquer-coisa-medo...
Também já me apeteceu falar das prateleiras vazias de legumes, fruta e bens perecíveis {os frémitos que este termo provoca no(a)s jornalistas...} e das bombas de gasolina secas, sequinhas, como pequenos alentejos de bolso ali na cidade, esvaídos, à vista de todos. E de como isso não me incomodou quase nada, para além do facto de ter ido a um supermercado onde não teria ido antes {erradamente, diga-se} e de ter descoberto que, como comedor de rúcula, estarei sempre safo. Essa alface esquisita parece não entrar na dieta dos portugueses e haverá sempre um ou dois saquinhos à minha espera... Mas não é estranho ver supermercados vazios, em standby, suspensos, com relato televisivo de República Checa-Portugal como banda sonora, gritos e suspiros em contratempo, e não estranhar por aí além? E achar que é só um primeiro sopro do que ainda poderá vir aí? Tragédia? Redesenho. Ontem na TSF, num fórum bolístico, e a propósito das paralisações e consequentes falhas de distribuição, um tipo dizia que Portugal mais parecia o Brasil da Europa. Bom, eu não tenho problemas com isso {já tive, já tive...], o meu receio é que os portugueses não consigam vir a ser os brasileiros europeus...
E as bandeiras nacionais que agora fazem companhia às tabuletas das Remaxes da vida? Também já me apeteceu escrever sobre isso... Duetos miseráveis, parelhas de maltrapilhos. Vizinhos insuportáveis, é o que são! Tristes ruas as desta vida lisboeta...
Mas como a bola é ominipresente e omnipotente, acabo por escrever sobre os euros oriundos dos negócios escuros de leste que a partir de ontem parecem valer mais do que os euros dos papalvos lusitanos. Pois, parece que o homem se vai pirar a seguir ao Euro2008 para terras de Sua Majestade. Estou mortinho por vê-lo aguentar-se à brocha com aquela imprensa cocksucker {esta ele já deve saber dizer...} a morder-lhe as canelas a propósito de toda e qualquer decisão {ou não decisão} que o brasileiro fascista protagonizar. Só mesmo um russo novo-rico e ignorante e um clube pequeno como o Chelsea para acharem que isto vai dar bom resultado...
Por exemplo, apeteceu-me já várias vezes escrever sobre a estranha sensação, infusora de um medo forasteiro, constrangedora da respiração mais elementar, que é a sensação que me invade de cada vez que cruzo, que passo, que torneio, que detecto uma {duas, três, mais} mancha de sangue na calçada portuguesa. Já vos aconteceu, decerto. A mim invade-me uma tristeza, uma angústia muito segura de si que me agarra não sei bem onde... O sangue alheio {criança, gorda, velho?}, sem nome {sem-abrigo?}, sem cara {nariz esmurrado?}, é-me difícil de encarar. O medo funciona assim, de resto. É pérfido. Baseia-se, sustenta-se, alimenta-se e fortalece-se da total e simples ignorãncia, suspeição e conjectura. Sem estes três ingredientes o medo não se move. Neste caso não é bem um medo-medo, mas antes um medo-tristeza. Um medo-dor. Mas é qualquer-coisa-medo...
Também já me apeteceu falar das prateleiras vazias de legumes, fruta e bens perecíveis {os frémitos que este termo provoca no(a)s jornalistas...} e das bombas de gasolina secas, sequinhas, como pequenos alentejos de bolso ali na cidade, esvaídos, à vista de todos. E de como isso não me incomodou quase nada, para além do facto de ter ido a um supermercado onde não teria ido antes {erradamente, diga-se} e de ter descoberto que, como comedor de rúcula, estarei sempre safo. Essa alface esquisita parece não entrar na dieta dos portugueses e haverá sempre um ou dois saquinhos à minha espera... Mas não é estranho ver supermercados vazios, em standby, suspensos, com relato televisivo de República Checa-Portugal como banda sonora, gritos e suspiros em contratempo, e não estranhar por aí além? E achar que é só um primeiro sopro do que ainda poderá vir aí? Tragédia? Redesenho. Ontem na TSF, num fórum bolístico, e a propósito das paralisações e consequentes falhas de distribuição, um tipo dizia que Portugal mais parecia o Brasil da Europa. Bom, eu não tenho problemas com isso {já tive, já tive...], o meu receio é que os portugueses não consigam vir a ser os brasileiros europeus...
E as bandeiras nacionais que agora fazem companhia às tabuletas das Remaxes da vida? Também já me apeteceu escrever sobre isso... Duetos miseráveis, parelhas de maltrapilhos. Vizinhos insuportáveis, é o que são! Tristes ruas as desta vida lisboeta...
Mas como a bola é ominipresente e omnipotente, acabo por escrever sobre os euros oriundos dos negócios escuros de leste que a partir de ontem parecem valer mais do que os euros dos papalvos lusitanos. Pois, parece que o homem se vai pirar a seguir ao Euro2008 para terras de Sua Majestade. Estou mortinho por vê-lo aguentar-se à brocha com aquela imprensa cocksucker {esta ele já deve saber dizer...} a morder-lhe as canelas a propósito de toda e qualquer decisão {ou não decisão} que o brasileiro fascista protagonizar. Só mesmo um russo novo-rico e ignorante e um clube pequeno como o Chelsea para acharem que isto vai dar bom resultado...
sexta-feira, maio 16, 2008
I love the smell of napalm by the morning...
A criança aproxima-se da cama com um "quantos-queres" na mão e uma energia aberta demais para aquele momento.
— Quantos queres?
— IIhhh, agora não... Não me chateies...
— Nã-o-me-cha-tei-es. Que cor queres? Azul clarinho, azul escuro, castanho ou preto?
— ... castanho.
— És um "obcecado".
E foi-se. Só me restou acordar e levantar-me.
— Quantos queres?
— IIhhh, agora não... Não me chateies...
— Nã-o-me-cha-tei-es. Que cor queres? Azul clarinho, azul escuro, castanho ou preto?
— ... castanho.
— És um "obcecado".
E foi-se. Só me restou acordar e levantar-me.
sábado, abril 19, 2008
Video Store Clerk
Ainda o mês passado andei aí uns dias meio fascinado com este artigo da Wired, sobre o prémio de 1 milhão de dólares oferecido pela Netflix a quem melhore em 10% o seu algoritmo de classificação, atribuição de estrelas e, logo, de recomendação de filmes. Tudo o que isso envolve e as dinâmicas de competição que surgiram, para além do fascínio inerente aos exercícios mentais deste género... e tudo por mais 10% de resultados!
Hoje deparei-me, via The Ironic Sans, com este interesantíssimo jogo destinado a um fim em tudo similar. Trata-se do Video Store Clerk e a ideia é fazermos de empregado de balcão de um vídeoclube e adivinharmos (7 em 10) qual a classificação que um cliente faz de determinado filme, baseando-nos nas 3 últimas classificações desse mesmo cliente. É lindo!
Aditivo quanto baste... Sem ajuda do IMDB e apenas à segunda tentativa consegui um honroso 6.º lugar do corrente dia (existem a lista geral e a lista diária) mas ainda, devo confessar, a léguas (muitas léguas) dos lugares cimeiros. Também só explorei duas ou três categorias de filmes, e são várias. Para quem ama filmes (desde a comédia mais bacoca ao Kurosawa mais inóspito; porque aqui o objectivo não são os nossos gostos mas sim adivinhar o gosto alheio...), para quem curte a cena dos jogos online (qual online... jogos, pura e simplesmente), para quem algum dia sonhou em trabalhar num vídeoclube (...), este jogo é indispensável. Amanhã volto lá!
Hoje deparei-me, via The Ironic Sans, com este interesantíssimo jogo destinado a um fim em tudo similar. Trata-se do Video Store Clerk e a ideia é fazermos de empregado de balcão de um vídeoclube e adivinharmos (7 em 10) qual a classificação que um cliente faz de determinado filme, baseando-nos nas 3 últimas classificações desse mesmo cliente. É lindo!
Aditivo quanto baste... Sem ajuda do IMDB e apenas à segunda tentativa consegui um honroso 6.º lugar do corrente dia (existem a lista geral e a lista diária) mas ainda, devo confessar, a léguas (muitas léguas) dos lugares cimeiros. Também só explorei duas ou três categorias de filmes, e são várias. Para quem ama filmes (desde a comédia mais bacoca ao Kurosawa mais inóspito; porque aqui o objectivo não são os nossos gostos mas sim adivinhar o gosto alheio...), para quem curte a cena dos jogos online (qual online... jogos, pura e simplesmente), para quem algum dia sonhou em trabalhar num vídeoclube (...), este jogo é indispensável. Amanhã volto lá!
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