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terça-feira, junho 05, 2012
E as "boas" ideias, serão de repetir?
Há dois anos foi na África do Sul {Robbeneiland}, amanhã será na Polónia {Auschwitz}. Mais uma visita a um sítio "maldito". Bert van Marwijk acha que faz bem aos rapazes colocar as coisas em perspectiva. Se calhar tem razão, quem sou eu para discordar.
segunda-feira, maio 28, 2012
Russell Allen Phillips
«For unknown reasons, he wore one pant leg markedly shorter than the other. He had a tidy, pleasant, boyish face that tended to blend with the scenery. This probably contributed to his invisibility, but what really did it was his silence.»
{ via }
quarta-feira, julho 20, 2011
Bons alemães
Também os há. Sempre os houve. E no dia em que se celebram {será?; e alguém celebra coisas destas?} os 67 anos passados sobre o atentado de Julho de 1944, deixo uma sugestão de serão. É ir ao Vuze e sacar o magnífico The Restless Conscience {1992}, de Hava Kohav Beller. É uma experiência muito boa. Garanto-vos. Gute Nacht!
quinta-feira, março 10, 2011
Pré-HJ {01}

«The Bund der Artamenen (Artaman League) was another youth group that influenced the future HJ. The name came from the ancient Indo-German word “Artam” that was supposed to mean “revival through forces of the origin.” The Bund der Artamenen was a tiny organization of young ultranationalists created in the early 1920s by a young man by the name of August Georg Kenstler. Participants were devoted to the concept of soil and to the idea of German race. The idealist members of the back-tothe-land league wished to escape decadent and corrupt urban life through farming. They preferred to work on farms in lieu of military service. The Artamans were strongly chauvinist, anti–Slav and urged that Polishfarmers living in Germany be returned to their own country. Sympathizing with the Nazis, they had a flag displaying a swastika and a motto: “We want to march to the East!” Their device was “Blood, Soil and the Sword”—a slogan which was to become a basic principle of the SS. Many Artamans journeyed to farms in eastern Germany to defend the fatherland against the Slavs. The movement intended to mobilize hundreds of thousands of young Germans, but never succeeded in enlisting more than 2,000. It was not a success because the leaders quarreled, and also the idealism of these young people from the cities appeared insufficient to pass the severe test of agricultural labor. It was easier to rhapsodize about blood and soil than to buckle down to a working day of ten hours. The Artamans were also preoccupied with occultism and mysticism; they held that by communing with the ghostly spirits present in nature, mysterious veils of the past would be lifted. Their rituals tried to recreate that primordial kinship with nature which they supposed ancient Germans to have had. They abhorred science and reason as enemies of the life of the soul. Many of them became vegetarians and teetotalers, a few observed abstinence from sex, as they believed that the purification of the physical body would help the soul to see “reality.” They threw over orthodox medicine for spiritual and herbal healing, which were somehow felt to be closer to the primal source. They were thus open to the theory of the Nazi “philosopher” Richard Walther Darré (1895–1953), who preached selective breeding, the agrarian philosophy of Blut und Bodem (blood and soil) and the protection of the peasantry as the “life source of the Nordic race.” More and more the movement took on the character of an anti–Semitic society seeing the Jews as the exemplar of the bourgeoisie, and the urban bourgeoisie as the source of all misery. As the situation deteriorated in the late 1920s, some of the Artamans were drawn deeper into politics, and engaged in a holy war against their enemies: liberals, democrats, Free-Masons and Jews. Eventually many members of the Artaman League turned to National Socialism. Among the Artaman leaders in 1924 were two men destined to infamy in the Third Reich: Heinrich Himmler, who would later become Reichsführer SS, and Rudolf Hoess, later the commander of extermination camp Auschwitz. The small league was dismantled and incorporated into the Hitler Jugend in October 1934 as the Nazi youth movement gained strength.»
Trecho retirado de Hitler Youth, 1922-1945, Jean-Denis G. G. Lepage, MacFarland and Company, 2009. {Na fotografia, Wolfram Sievers}
sábado, maio 22, 2010
Lingua Tertii Imperii {#21}

«(...) divertiam-se com uma charada do início da guerra, que também se fazia em Dresden e com certeza nas demais cidades alemãs logo após o início da guerra com a Rússia: qual o significado da marca de cigarros Ramsés? Russlands Armée macht schlapp Ende September [O Exército russo cairá até o final de setembro]. Mas havia uma leitura invertida: Sollte England siegen, muss Adolf raus [Se a Inglaterra vencer, Adolf tem de sair]. Vale a pena estudar o deslocamento desses chistes por época, espaço e camada social. Contaram-me que, certa vez, a Gestapo lançara uma dessas brincadeiras em Berlim para verificar em quanto tempo e de que forma chegaria a Munique.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#20}

«A palavra negativa recorrente é asfalto. Asfalto é a superfície artificial que separa os habitantes das cidades grandes e o Boden [solo natural]. Os poetas líricos naturalistas foram os primeiros a empregá-la metaforicamente na Alemanha, por volta de 1890. Naquele tempo, uma Asphaltblume [flor do asfalto] significava uma prostituta de Berlim, sem conotação negativa, pois a prostituta dessa poesia lírica é, de certa forma, uma personalidade trágica. Em Goebbels ressurge toda uma flora do asfalto, e cada uma dessas flores é venenosa. Berlim é o monstro do asfalto. Seus jornais, produtos da journaille judaica, são Asphaltorgane [órgãos do asfalto]. Ali, a bandeira revolucionária do Partido Nazista tem de ser fincada na marra. "O judeu asfaltou o caminho para a depravação com frases e promessas hipócritas", representadas pelo marxismo e a ausência de pátria.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
domingo, maio 09, 2010
Lingua Tertii Imperii {#19}

«Esses 350 mil colonos conduzidos do sul da Rússia para o Warthegau eram deutsche Menschen besten deutschen Blutes und aufrechten Deutschtums [alemães do melhor sangue alemão, dotados de um germanismo verdadeiro], sob comando alemão. (...) Eram de uma biologisch unverdorbenen Leistunsfähigkeit [capacidade produtiva biológica não corrompida]. Eram dotados de von unvergleichlichen Bauern und Siedlungsfreundikeit [uma incomparável disposição para ser camponeses e colonos felizes], com um erfüllt von fanatischem Eifer für die neue Heimat und Volksgemeinschaft [empenho fanático para a nova pátria e comunidade] e assim por diante.
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#18}
«Tudo isso se alcança com o mero retorno à poética do alemão arcaico, por sua antiguidade e por se afastar do quotidiano da língua. Às vezes basta anular uma silaba para que se altere o estado de espírito de uma pessoa, canalizando seus pensamentos para outro caminho ou mesmo substituindo-os por um estado de espírito crédulo, fácil de comandar. Irrompe a obrigação da fé. A sonoridade de Bund der Rechtswahrer [Ordem dos Guardiães da Justiça] é mais solene que a mera Vereinigung der Rechtsanwälte [Ordem dos Advogados], Amstwalter [intendente] impressiona mais que Funktionär [funcionário]. Quando leio Amstwaltung [intendência] na entrada de um escritório, em vez de Verwaltung [administração], tenho a impressão de algo sagrado. Em qualquer desses escritórios não sou apenas atendido, como o compromisso profissional requer, mas sou betreut [orientado]. Aquele que me orienta torna-se credor de um a dívida de gratidão. Tentarei jamais ofendê-lo; não farei qualquer tio de exigência, muito menos demonstrarei desconfiança.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
quinta-feira, maio 06, 2010
Lingua Tertii Imperii {#17}

«É preciso evitar a expressão Stellungsfront [front de trincheiras], contrária ao princípio do Terceiro Reich e de triste memória na Primeira Guerra Mundial. (...) A LTI ganha uma expressão nova, que começa a aparecer constantemente: beweglicher Verteidigungskrieg [guerra de defesa em movimento]. Já que temos de admitir que somos forçados a nos defender, pelo menos, podemos preservar a nossa autenticidade, graças à expressão "móvel", "em movimento". (...) Mais tarde, a "fortaleza Europa" se tornará "fortaleza Alemanha" e bem no final passará a ser "fortaleza Berlim", pois o Exército alemão não deixou de se movimentar, nem mesmo nos últimos tempos da guerra.
Nunca se disse que se tratava de uma retirada contínua, sempre encoberta por sucessivos véus. Os termos Niederlage [derrota], Rückzug [retirada] e Flucht [fuga] nunca foram pronunciados. Em vez de Niederlage dizia-se Rückslag [revés], que aparenta ser menos definitivo; em vez de Flucht usava-se vom Feind absetzen [distanciar-se do inimigo]. O inimigo nunca conseguia durchbrechen [penetrar], apenas einhbrechen [irromper] (...)»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#16}

«Um desejo de movimento e ação domina o vocabulário da LTI. Sturm [ímpeto, assalto] está presente no início e no fim: começou com as SA, Sturmabteilungen [divisões de assalto], e quando chegou finalmente à Volkssturm [milícia popular], variação da Landsturm de 1813, tudo praticamente tinha acabado. As SS possuíam o Reitersturm [assalto de cavalaria], o Exército as Sturmtrupps [tropas de assalto] e os Sturmgeschütze [canhões de assalto], e o nome do jornal publicado para atiçar o ódio contra os judeus era Der Sturmer [aquele que assalta].
As primeiras ações heroicas das SA chamaram-se Schlagartige Aktionen [ações fulminantes], e o jornal de Goebbels chamava-se Der Angriff [o ataque]. A guerra tinha de ser uma Blitzkrieg [guerra-relâmpago]»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#15}

«Verbos intransitivos passam a ser transitivos para acompanhar as novas possibilidades da tecnologia. Emprega-se fliegen [voar] quando se "pilota" uma máquina grande e quando se transporta por aviões; botas e provisões "voam".»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#14}

«Tendenz [tender a], um movimento vigoroso dirigido a um objetivo, tornou-se o mandamento absoluto, elementar e universal. Movimento é de tal forma a essência do nazismo que ele se denomina die Bewegung [o movimento]. Munique, sua cidade natal, passou a ser chamada die Hauptstadt der Bewegung [a capital do movimento]. apesar do hábito de procurar palavras sonoras e excessivas para descrever tudo o que considera importante, o nazismo manteve a singeleza do termo movimento, que lhe é tão caro.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
quarta-feira, maio 05, 2010
Lingua Tertii Imperii {#13}

«Outra palavra com sentido superlativo semelhante a Welt é Raum [espaço, região]. Desde a Primeira Guerra Mundial não se diz mais a batalha de Königgrätz ou de Sedan, mas Die Schlacht im Raum von... [a batalha que ocorreu na região de...], o que indica a extensão dos combates. A ciência da geopolítica, favorável ao imperialismo, também pode ter contribuído para o uso frequente dessa palavra. Na representação do espaço há uma sensação sedutora do ilimitado. Em 1942, ao prestar contas, um Reichskomissar afirma que nos últimos mil anos der ukrainische Raum [o espaço ucraniano] "nunca fora tão bem administrado, com tanta justiça, magnanimidade e modernidade como agora sob a direção da nossa Grande alemanha nacional-socialista". "Espaço ucraniano" se encaixa melhor do que simplesmente "Ucrãnia" no superlativo milenar e soa melhor coma a tríade de substantivos abstratos.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#12}

«Insultar o judaísmo é trivial. É muito difícil que Hitler e Goebbels se refiram aos judeus sem algum complemento: gerissen [ladino], listig [manhoso], betrügerisch [fraudulento], feige [covarde]. E não faltam injúrias que a mentalidade popular remete ao aspecto físico: plattfüssig [que tem pés chatos], krummnasig [que tem nariz aquilino], wasserscheu [que tem medo da água]. os mais cultos preferem usar "parasita" e "nômade". (...) Para se referir à camada intelectual usa-se krummnasiger Intellektualismus [intelectualismo do nariz torto].»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
terça-feira, março 30, 2010
Lingua Tertii Imperii {#11}

«Afirmo isso com segurança, pois nas demais metáforas de origem técnica do ministro da Propaganda e de seu círculo há muitas referências diretas ao domínio da mecânica, mas sem qualquer alusão à corrente elétrica. Pessoas ativas são reiteradamente comparadas a motores. Por exemplo, o Reich publica em Hamburgo que o Statthalter [prefeito] trabalhava como ein immer auf Hochtouren laufender Motor [motor em rotação máxima]. Muito mais forte do que essa comparação, que ainda deixa perceber uma separação entre a imagem e o objeto com o qual é comparada, é a seguinte frase de Goebbels, que oferece evidência mais óbvia e mais séria dessa atitude intrinsecamente mecanicista: "Brevemente, em diversas regiões, operaremos em rotação máxima". Não somos mais comparados a máquinas; somos as próprias máquinas.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#10}

«Uma palavra semelhante surgiu durante a Segunda Guerra Mundial mas morreu também, apesar de aparentemente ter sido criada para durar para sempre. (...) o verbo coventrieren [coventrizar]. Coventry era nada mais que "um centro inglês de fabricação de armas"; segundo consta, apenas militares viviam ali. Pois, como diziam todos os comunicados, só atacávamos alvos militares. (...) Os bombardeiros alemães "tinham demolido a cidade inglesa de Coventry" e agora ameaçavam "coventrizar" as demais cidades (...) Em Outubro de 1940, ouvimos que Londres estava submetida a "ataques ininterruptos de represália", suportando "o maior bombardeio da história mundial", comparado a uma "noite de São Bartolomeu". Seria "coventrizada" se não concordasse logo em reconhecer a derrota.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
domingo, março 14, 2010
Lingua Tertii Imperii {#09}

«Aqui cabe destacar a enorme importância da palavra ewig [eterno]. É uma daquelas palavras do léxico da LTI cujo aspecto especificamente nazista decorre de um uso despudorado: na LTI, tudo é historisch [histórico], einmalig [único] e ewig. Podemos considerar que ewig ocupa o mais alto grau da longa escada de superlativos nazistas. Atingindo-se esse estágio mais alto, pode-se entrar no céu. O atributo ewig está relacionado somente com o divino; quando qualifico algo como ewig, elevo-o à esfera do religioso. Na inauguração de uma Hitlerschule, no início de 1938, Ley disse: wir haben den Weg in die Ewigkeit gefunden [encontramos o caminho para a eternidade]. Nos exames de conclusão de cursos era comum haver a "pegadinha": Was kommt nach dem Dritten Reich? [o que vem depois do Terceiro Reich?]. Se um ingênuo ou um novato respondesse das vierte Reich [o Quarto Reich], era eliminado, mesmo que possuísse bons conhecimentos. A resposta correta era: Nichts kommt dahinter, das Dritte Reich ist das ewige Reich der Deutschen [Nada, pois o Terceiro Reich é o eterno Reich dos alemães].»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#08}

Se System é um termo proibido, então como se chama o sistema de governo dos próprios nazistas? Pois os nazistas, é claro, possuem um sistema de governo e sentem orgulho de que ele esteja na origem de cada manifestação e de cada situação de vida, razão pela qual Totalität é um dos pilares da LTI. Eles não possuem um "sistema", e sim uma organização Não sistematizam com a razão, mas ficam na espreita, tentando captar os segredos do organisch [orgânico].»
«Em 1936, trabalhando sozinho, um jovem mecânico conseguiu dar conta de um conserto complicado e urgente em meu carburador e disse: Habe ich das nicht fein organisiert? [Organizei isso bem, não é?]. As palavras "organização" e "organizar" estavam de tal forma enfronhadas em seu ouvido, ele se encontrava de tal forma impregnado da ideia de que qualquer trabalho tinha de ser organizado, ou seja, distribuído por um chefe para um grupo, que não lhe ocorriam expressões comuns como "trabalhar", "resolver", "executar" ou simplesmente "fazer".»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
Lingua Tertii Imperii {#07}

[6 Milhões no Desemprego. 6 Milhões Sem Pão.]
«Há o sistema de Copérnico, há sistemas filosóficos e sistemas políticos. Mas, quando o nacional-socialista diz "o System", ele se refere especificamente ao sistema da Constituição de Weimar. [...] Para os nazistas, o sistema de governo da República de Weimar era pura e simplesmente o System, contra o qual eles estavam em conflito permanente. Consideravam-no a pior forma de governo, alimentando contra ele uma oposição feroz, em contraposição à afinidade que sentiam, por exemplo, em relação à monarquia. [...]
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
sábado, março 06, 2010
Lingua Tertii Imperii {#06}

«Muito antes do SS nazista existir, esse símbolo aparecia em vermelho nas caixas dos transformadores de voltagem, com a frase de advertência: "Perigo, alta tensão!" Nesse caso, era óbvio que o S dentado representava um raio estilizado. Pela energia e a rapidez, o raio era um símbolo caro ao nazismo, de modo que se podia supor que o sinal gráfico SS era uma materialização, uma imagem pictórica do raio. A linha dupla podia representar força redobrada, pois as bandeirinhas pretas das formações das crianças só tinham um S, ou seja, meio SS.»
Trecho retirado do LTI. Lingua Tertii Imperii, Victor Klemperer, Contraponto, 2009.
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