Daqui a dois dias bem que podia ser assim. Mesmo sem o "Scapegoat" {como é que é possível!?!?!}. E desde que a senhorita Laura Pleasants vá de cor-de-rosa {New York Dolls, lindo!}, claro está. E desde que a desvitalização do meu molar amanhã corra tranquilamente, ainda mais claro está...
Os Sweet Cobra, those crazy motherfuckers from Chicago, lançam hoje no mercado o seu segundo álbum, Mercy. Após a morte de Matt Arluck ei-los de volta. Eu já encomendei o CD e a bela da t-shirt... Bless them!
Há uns instantes atrás, descendo a rua, à minha frente, nas costas da t-shirt preta de um metaleiro li: I REEK OF PURE PUTREFACTION. "Man, gross", pensei. Depois, apercebi-me, foscace, aquilo era uma t-shirt dos grandes, monumentais, Carcass! Cheira-me {pun intended} que tenho de começar a prestar mais atenção às lyrics desta gente... ;D
Ontem à noite, enquanto os EUA se preparavam para contratar o porteiro Obama, era com este "Harper Lewis" que os Russian Circles abriam as hostilidades. Abençoados sejam os três rapazes!
Os filminhos já começaram a chegar ao Youtube... Primeiro os do concerto do Porto, mas ontem não foi muito diferente disto {este Kirarah é um mestre com a câmara... lol}. Enjoy!
As fotos {muito boas, por sinal} também são do concerto no Porto, e foram sacadas ao Amplificasom {muito agradecido}.
Abençoados aqueles que podem um dia sujeitar-se a tal power, a tal muralha de som, a tal mestria do "cagaçal"! Boris SO fucking rules! Bless you Atsuo, Wata (I think I'm in love... lol) and Takeshi!
Mal posso esperar {não me passa pela cabeça que não os tragam cá ainda este ano...} por ouvir ao vivo o "Ghost Trail"!!! Isto para não falar do "Following Betulas"... nem do "Mire deep"... nem do...
Fiquei agora mesmo a saber que o pessoal do Amplificasom confirma, para 26 de Maio que vem, Boris + Growing. Promete e de que maneira. Vai ser no Porto e vale decerto a viagem. Bora'lá, Vasco?
Aqui fica um cheirinho de Boris e os Growing podem ser ouvidos aqui.
O sturmbannführer Aue continua imparável e não me deixa respirar livremente, logo, não me dá muita margem de manobra, logo, o Anauel fica refém, melhor, órfão. Mas consegui escapar-me por uns momentos (deixei-o debruçado num relatório...) e aqui vos deixo alguns apontamentos do que tem acontecido por aqui ultimamente (nos entrementes).
O Parkour veio dar comigo em encontros interessantíssimos (num parque infantil de Telheiras e nos equipamentos exteriores do Museu Nacional de Etnologia...) e não posso deixar de me emocionar com tal actividade, com tal apropriação, relação amorosa quase, com a cidade. Parkour rules!
O Carnaval é, nas palavras sábias do amigo Silva, um coisa grotesca! Tanta energia, tanto dinheiro, tanta pele eriçada do frio, tanta movimentação de portugueses nas estradas e... tão pouca diversão!!!
Uma óptima notícia! Os Cult of Luna estão em estúdio! Ainda na fase de composição mas à qual se seguirá, certamente, a gravação e, finalmente, o nosso deleite. Yesss!
Dois grandes filmes, antigos e contudo tão actuais!, vistos e apreciados largamente – Johnny Got His Gun e La Battaglia di Algeri. Falarei deles quando me for possível (e me apetecer...).
Quem me dera lá ter estado! Uma vez mais o meu obrigado ao Crestfall do Amplificasom pela descoberta (e pelo vídeo, mesmo escurinho...). Tenho andado a ouvir o Let the Churches Burn vezes sem conta e só me apetece gritar:
Porra, mais porra, não fazia ideia de que ainda existiam bandas assim (e porque não haveriam de existir?), que este som ainda mexia, que esta energia toda ainda se conseguia materializar nos dias de hoje. Esta semana só tenho ouvido estes tipos, de trás para a frente, da frente para trás. Cinco tipos oriundos de Marshalltown, Iowa, a tocarem que nem uns doidos um som na senda do melhor hardcore possível. Um hardcore que já vem com algumas décadas em cima do movimento original, o que só melhora a perspectiva da coisa. Oiço estes tipos e só me vêm à cabeça os meus idos de 80 e os arranhanços dos Cryptic Slaughter, DRI, Minor Threat, Agnostic Front, COC, Dead Kennedys e tantos outros. Mas Modern Life Is War é tudo isto e tudo o mais que entretanto se passou. Não podiam ser mais actuais, portanto. A energia é que é, atrevo-me a dizê-lo, a mesma. Como se pode comprovar pelas amostras aqui em baixo.
Mas não se iludam pelo som manhoso dos vídeos, estes tipos em disco têm um som imaculado, com um power que poucos conseguem. Para quando Modern Life Is War em Portugal? E a acontecer será que eu ainda teria coragem para um concerto destes gajos? À Maria Filomena Mónica sei que faria bem, para ver se se enquadrava um pouco mais com o mundo actual...
Ah, e o meu obrigado ao Crestfall do Amplificasom pela descoberta.
Será que alguém pode ajudar este homem, nesta fase difícil da vida? Como diria o Sérgio Godinho, «Arranja-me um emprego...». A cena é caricata, mas não faço gozo. Eu cresci com este homem. Desde os meus primeiros concertos no Rock Rendez Vouz (bem, o primeiro mesmo foi Echo and the Bunnymen no Restelo...), e até aos dias de hoje, que este tipo é figura habitual nas salas de concertos por onde vou passando. Eu juraria que o vi nos Cult of Luna, este ano em Corroios. Ou deliro? Será que já o vejo mesmo quando ele não está lá...? O tipo tem um blog (um não, um porradão deles) e, lá, ficamos a saber que para além de ter dedicado uma vida inteira à fotografia da cena musical deste país, também é benfiquista (!), é da margem sul(!!) e gosta do Allende (!!!). E que é MOTÖRHEADBANGER FOR LIFE... fan since 1988 (pois é, também lá estive, no Dramático de Cascais...). Boa sorte no resto da tua vida é o que te desejo António Melão!