
Bom, mesmo bom, muito bom. Roubadíssimo daqui.
E pronto! Já está! O jogo não foi lá grande coisa, mesmo nada, a certa altura dei por mim a bocejar..., mas deu para provar que todas as suspeições eram infundadas. Aqui não há mitras e maroscas. Deu também para perceber que o banco não é tão bom como eu imaginava... Num jogo que provavelmente será o único que irão jogar, jogadores como Tim de Cler, Demy de Zeeuw, Mario Melchiot e, para meu grande desgosto, Ibrahim Afellay, não mostraram valerem muito e desapontaram-me. Cumprem, mas não encantam. Mas foi bom. A equipa refrescou-se, limpou amarelos, ganhou por 2, passeou-se {demasiado...}, van Persie marcou um belíssimo golo e agora a Rússia/Suécia que venha.
Enquanto na RTP1 uns quantos discutem o papel e a imagem de Portugal lá fora {este "lá fora" é mortal... e José Neves mostro-o bem} e se o futebol é ou não factor de coesão ou de alienação da populaça, uma coisa é certa. Este artigo e esta fabulosa quanto deprimente fotografia, de anteontem, do Guardian, versando sobre o momento e o timing da declaração do Chel$ki em relação ao futuro de Scolari está online e não há nada a fazer... A meu ver {e o eficiente Carlos Coelho até podia colocar esta ideia em prática...} esta exemplar fotografia devia ser impressa aos milhares, em bom papel couché mate {ok, pode ser brilhante... sim, e no verso pode ter impressa uma marca qualquer}, e ser distribuída com a próxima edição do Expresso... Esta fotografia mostra mais deste país do que possamos {ou desejemos} imaginar. Esta fotografia mostra-nos o quão pouco separa a selecção nacional de uma qualquer repartição de finanças incompetente, de uma estação de correios ineficiente, de uma loja do cidadão cega, surda e muda...
Dentro e fora de campo, o pequeno e jovem playmaker é indispensável. Dá música no balneário e espalha melodia em campo. O homem do momento!
Eu até já as meias azul-cueca adoro!... E as camisas do mister desta vez até que escapam...
