sábado, outubro 25, 2008

Fanny och Alexander

Uma lasca de olhar, eclipse de pessoa.

Reflexos de traços negros que pautam o caos.

Antecipando, na antecâmara, na passagem,

a fresta das frestas...

Visionada a fresta que não está lá,

surge então a fissura social, sentimental.

Que só a fresta redentora apazigua.



Delírio surgido após visionamento — finalmente! — de Fanny och Alexander {1982}, de Ingmar Bergman. Filme há muito em lista de espera, filme há muito desejado, filme há muito em muito imaginado. Nada do que estava à espera, contudo. Twisted, sofrido, asfixiante, perverso e no entanto... graças a Deus há suecos neste planeta! Hemsk film! ;{}

1 comentário:

Giuliano Quase disse...

boa percepção.

inté.

giulianoquase
curitiba
pr