segunda-feira, julho 07, 2008

Tudo Isto É Amor (1976)

Dick Farney {monstro sagrado da música brasileira} e Claudette Soares preenchem o ar matinal desta casa feliz.



Dick Farney & Claudette Soares - Tudo Isto É Amor (1976)

Chegaram...

A família está de novo reunida debaixo do mesmo tecto!

Bênçãos para os amigos cariocas!
Vocês são grandes!
Obrigado por tudo!

A Vida como ela é...

Hoje assisti ao dia nascer sobre as traseiras da minha casa. A passarada, desvairada, apanhava boleia da aragem fresca típica de certos dias de Verão e rodopiava embriagando-me. As copas das árvores cantavam, literalmente. E, contudo, o silêncio era vigoroso e confortante. Em poucos minutos as traseiras do meu prédio foram várias. O sol a nascer, e o dia com ele, mostra-nos cores e facetas da realidade que desconhecemos {ou nos esquecemos frequentemente}. São coisas destas, como a Vida em movimento, sem pedir autorização, que fazem com que as carantonhas dos posts anteriores não passem disso mesmo. Quando terá Ferreira Leite visto pela última vez o sol a nascer?

domingo, julho 06, 2008

Eu já te atendo, pá...

Muita classe tem o homem... mas não chega, pá

Ou é mais isto...? Assim mesmo, com dedo em riste...

Mas se calhar há quem ache que a saída passa por aqui...

Venham mais 4...

No Público de ontem saíu esta infografia muito curiosa relativa ao cumprimento {ou não}, em 2009, dos objectivos do Governo Sócrates por parte do Governo Sócrates. Os tipos do Compromisso Portugal {autores do estudo} acham que a coisa está preta e que não há grandes razões para estarmos contentes, embora admitam que este é «um dos executivos com melhor performance no que respeita ao cumprimento do programa inicial». Pois eu digo: porreiro, pá. Venham mais 4 anos. Alguém tem dúvidas que este é o melhor Governo do período democrático português? {é bom não esquecer que isto não é a Alemanha...} Que este é o melhor Primeiro-Ministro de sempre? {mas o pessoal imagina o que é governar portugueses; um porradão de portugueses; 10 milhões de portugueses?} Que Portugal está hoje melhor do que há uns anos atrás? Não chega? Querem mais? Ok, tudo bem. Mas acham que é por outros meios? Então, digam-me quais. Que só vejo estes ou... à bomba. E à bomba parece-me que já estamos todos fartos e convencidos de que dá muito trabalho e suja muito.


E o Rui Ramos? Ali, sempre a abrir, a dar uma mãozinha... eh eh eh
Na sexta-feira até que esteve bem no "Expresso da Meia-Noite"... Porreiro, pá.

Arrrgghh....

Technorati sucks big fucking time!!!

sexta-feira, julho 04, 2008

Eeerie...



... mas lindo!

{será um Žižek?}

Falta 1 semana!

Žižek {e assim junto-me à malta...}

Eu ando curioso, malta. Dou voltas por aqui e por ali, na blogosfera, e em todo o lado {bom, quase todo lado} só vejo referências ao Zizek. Eu não sei quem é o Zizek, e fico logo a achar que devia. Toda a gente {bom, quase toda a gente} fala dele, e eu começo a achar que devia saber o que é, quem é, como é. É que um tipo sente-se assim que, digamos, excluído, blogoexcluído. Um Zizek come-se? Veste-se? Dá para ganhar dinheiro com um Zizek? É uma daquelas cenas que se colocam nas Crocs? É ser vivo? Ou inanimado? Há mais na praia ou no campo? No Norte da Europa ou no Sul? Zizeka-se de alguma forma? Tem a ver com carros {é que de carros não percebo nada...}? Ou vai-se para lá, de férias? Zizekem-me, por favor. Ou, como dizia o outro, zizeka-mos... ;)



Slavoj Žižek

quinta-feira, julho 03, 2008

De uma selva para outra...

Desde o início {e é óbvio o que o início aqui significa; o rapto e nada mais; quem conhece Ingrid do antes do rapto?} que esta mulher e a sua sorte me interessam, me incomodam, me assombram. Desde o momento em que ela foi libertada que me apetece escrever algo aqui sobre ela, sobre a vida, sobre mim... Mas acho melhor deixar aqui as palavras de alguém que também, desde há muito, não resta imune às desventuras de Ingrid. Melhores palavras não encontraria eu para descrever o momento. A Natureza do Mal pronuncia-se. Singelas palavras. No que dizem e no que deixam antever.


Bom, don't get me wrong. Provavelmente abusei, provavelmente as palavras do Luís não espelham de modo algum as minhas ilações. Pode ser {e de qualquer ofensa peço escusa}. Mas não páro de pensar em como a libertação de Ingrid Betancourt me parece tão similar, tão em voga, tão em sintonia, com a libertação de Natascha Kampusch. E isso, meus amigos, é perturbador. Oh, se é.

terça-feira, julho 01, 2008

HOLY FUCK!

Isto já era fantástico, mas isto é abissal...

Aleluia!

Isto é o que anda a acontecer por essa Europa fora; isto é o que me {nos} espera no próximo dia 11 na ZDB. Aleluia!