quarta-feira, setembro 03, 2008

O interesse da imperfeição

Engraçado como basta Federer deixar de ser o numero uno e passar a sofrer um pouco com as derrotas e as vitórias sofridas, para se tornar um jogador imediatamente mais interessante. Hoje à tarde deu grande prazer ver o jogo frente a Andreev, coisa rara em jogos com Federer. Mas, tal como se diz aqui, «a five-set battle reminds Roger Federer of the joy of tennis».
Tipos perfeitos, perfeitos, perfeitos, dão-me arrepios de indiferença. Realmente, agora que abandonámos tempos recentes de recordes e de distâncias e fasquias cronometradas ao milímetro, só me dá vontade de exaltar os que vêm a seguir, aqueles que sabem um pouco mais para além do sabor do ouro. Hoje, os olhos de Federer eram já outros.

1 comentário:

Tony G. disse...
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