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sábado, junho 16, 2012

terça-feira, junho 12, 2012

Alegria no Trabalho


Ontem, Inglaterra vs França, minutos antes do apito inicial, a selecção inglesa posa para a fotografia oficial... Glen Johnson mal podia esperar... Lindo! :D


segunda-feira, junho 11, 2012

sábado, março 19, 2011

Nostalgia for the present



«My final day at the magic shop, I stood behind the counter where I had pitched Svengali decks and the Incredible Shrinking Die, and I felt an emotional contradiction: nostalgia for the present. Somehow, even though I had stopped working only minutes earlier, my future fondness for the store was clear, and I experienced a sadness like that of looking at a photo of an old, favorite pooch. It was dusk by the time I left the shop, and I was redirected by a security guard who explained that a photographer was taking a picture and would I please use the side exit. I did, and saw a small, thin woman with hacked brown hair aim her large-format camera directly at the dramatically lit castle, where white swans floated in the moat underneath the functioning drawbridge. Almost forty years later, when I was in my early fifties, I purchased that photo as a collectible, and it still hangs in my house. The photographer, it turned out, was Diane Arbus. I try to square the photo’s breathtakingly romantic image with the rest of her extreme subject matter, and I assume she saw this facsimile of a castle as though it were a kitsch roadside statue of Paul Bunyan. Or perhaps she saw it as I did: beautiful.»

Born Standing Up. A Comic's Life, Steve Martin, Scribner, 2007.


quarta-feira, janeiro 19, 2011

Ari Gold for President



Há uns anos atrás era o Doug Wilson o candidato mais apetecível. Hoje o meu voto iria directo para Ari Gold. Almighty Gold. Bless you!

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Tantos anos depois... e ainda temos de aturar este ser... safa!

Há 15 anos atrás fui um dos lucky few a participar no projecto "Estás Dispensado". Estávamos em 1996 e Cavaco Silva corria para Belém, após prolongado tabú. Naquele Janeiro foi Jorge Sampaio quem ganhou, logo na primeira volta. O povo estava farto do homem de Boliqueime, caramba! Mas o homem não desistiu, esperou pacientemente {enquanto fazia uns negócios chorudos com os seus amigos da SLN...}, chegou mesmo a Belém e hoje, infelizmente, parece que esta colecção de cromos ainda dá ares de fazer sentido. É impressionante a longevidade política deste ser... só mesmo por estas bandas... safa!

Aqui ficam os cromos. Partilhem à vontade. Coloquem no nosso perfil do FB, linkem para os vossos blogs, whatever... Apenas vos peço que mencionem sempre {ou que linkem para aqui} o crédito do projecto, que se deve única e exclusivamente ao Luís Félix. O maior cromo de todos!





























sábado, novembro 20, 2010

Anartea!

Lindo!

quarta-feira, novembro 03, 2010

Oh Moll, you sweet wise child...

«There is nothing so absurd, so surfeiting, so ridiculous, as a Man heated by Wine in his Head, and wicked Gust in his Inclination together; he is in the possession of two Devils at once, and can no more govern himself by his Reason than a Mill can Grind without Water; His Vice tramples upon all that was in him that had any good in it, if any such thing there was; nay, his very Sense is blinded by its own Rage, and he acts Absurdities even in his View; such as Drinking more, when he is Drunk already; picking up a common Woman, without regard to what she is, or who she is; whether Sound or rotten, Clean or Unclean; whether Ugly or Handsome, whether Old or Young, and so blinded, as not really to distinguish; such a Man is worse than Lunatick; prompted by his vicious corrupted Head he no more knows what he is doing than this Wretch of mine knew when I pick'd his Pocket of his Watch and his Purse of Gold.»

Moll Flanders, Daniel Defoe, Penguin Books, 1989.

terça-feira, julho 13, 2010

Sempre a reinar, estes tipos...

Robert Gesink está a participar no Tour de France e disse à imprensa que está com inveja dos jogadores da oranje elftal. Porquê? Porque para eles parece ser fácil conseguir o amarelo!

quinta-feira, julho 01, 2010

quarta-feira, junho 30, 2010

Look into my eyes... look into my eyes...



... at the count of 3, next friday, around 5 p.m., you'll wake up and find that you're doomed. Bon voyage!



{pequeno momento de arrogância, misturada com humor apesar de tudo, vá lá, permitam-mo, caramba, nunca mais é sexta-feira...}

Portugal’s egotistically miopic man-child Crisitano Ronaldo has spoken...

{via}

quinta-feira, maio 27, 2010

domingo, abril 25, 2010

Cromos

Quem me conhece sabe que eu sou muito crítico, bastante, demais, em relação a Portugal. E que não perco uma oportunidade para malhar, diminuir e arruinar este país, os portugueses, a loserfonia, a mediocridade nacional. Sempre que posso. Isto não vale grande coisa, e não vale a pena escondê-lo. É {muito provavelmente} verdade que se é mais feliz não acreditando nisso, encolhendo os ombros e vivendo de acordo com os hábitos do resto da maralha. Mas... nem sempre é fácil, ou possível, ou exequível. Mas quem me conhece também sabe que quando há que reconhecer valor também o faço, e com prazer, e com vigor, e muito exagero, God knows how I love superlatives! E ontem, uma vez mais, me apercebi que há coisas que este país faz, produz, cria e alimenta como nenhum outro. O mitra, o mangas, o burlão, o city dweller, o cromo, o agarrado, o bêbado. E o que dizer desta capacidade lusitana de mesclar humor com sordidez? Poucos países constroem estes personagens como Portugal. Atenção que não estou a ser cínico. Não estou. Isto é, de facto, um elogio. Reconheçamos, pois, o que de bom fazemos. Gratidão.

Isto a propósito do excelente documentário que apanhei ontem à noite na RTP2, de seu nome Esta Rua É Minha, de Gonçalo Mégre. Muito agradável surpresa.



PS - Ah, parece que o Márinho tem um blog...

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Seria pató, o que ele queria dizer...?











Ouvir Pacheco Pereira a ressaltar o pathos natural de Paulo Rangel seria bem penoso se não fosse hipersuperhilariante!

sexta-feira, outubro 24, 2008

Há que não sufocar totalmente o Doug Wilson que habita dentro de nós...

Aproveitando a boleia do post anterior, e vestindo superficialmente a pele de Doug Wilson, só me dá vontade de afirmar — que se lixe, caramba — que compreendo perfeitamente o Lourenço. So What?!

terça-feira, outubro 21, 2008

Doug Wilson for President

Este tipo encarna toda a javardice que eu gostaria, secretamente, claro está, um dia poder exibir, assim sem grandes traumas. À luz do dia, assim abertamente, cuspindo migalhas, exalando vinho rasca e coçando a tomatada como só ele sabe. Mas à falta de coragem, ou será mesmo de interesse?, e constrangimentos sociais à parte, resta-me a ocasional farta gargalhada e o constante anuir perante as suas dúvidas, hesitações e sabedoria {que a tem, não duvidem}. Se estivesse na corrida presidencial era nele que eu votava. É muito melhor, mas muito melhor, que o Pato Donald. E eu a dar-lhe... ;)

terça-feira, outubro 07, 2008

LOLOLOLololololol...l...l.l.o..o.cof.cof.cof...l.o.l..... RIP

Em poucos dias deparei-me com diversos sketches, produções, filminhos, aqui e ali, na net, na televisão, nos blogs, na rádio. Um filme a gozar com Sarah Palin. Um outro goza com McCain. Outro com Hillary. Outros, inúmeros, gozam com Bush. Um outro explica-nos, entre gargalhadas, a origem da crise económica. Ainda uns outros, mais domésticos, gozam com Sócrates com Lino e com Pino. E, sempre, incontornável, com Chávez. Num ainda gozava-se, e mal, muito mal, com as casas usurpadas.

Eu que sou um gajo dado ao riso, aos humores vários, dos sarcásticos aos mais deprimentes, sem acanhamento nem pudores, acho que não me ri com nenhum deles. A pergunta – e, no fundo, é mais uma inquietação – é, será que já só nos resta rir? Nem é tanto a ideia de que já não há saída, logo só "nos resta" rir. Não. É mesmo no sentido de tão estúpidos andamos que nos rimos de qualquer merda. Além do mais, a resposta ocidental, civilizada, urbana e académica deste mundo em crise é rir? Ou fui eu que perdi o dom?... Nããã, que eu do Daily Show consigo {ainda e sempre, pelos vistos} sacar belas e fartas, redondas e agudas, gargalhadas! Mas esse é um caso particular. É que o Daily Show vive da realidade, ali a realidade é a estrela, não o actor, não o guionista, não o génio de um ou outro comedian. É óbvio que eles servem-nos a realidade com condimentos e enquadramentos escolhidos a dedo, e que é biased enough eu sei, mas ela está lá sempre, ali a realidade manda e entra-nos pela cabeça e estômago adentro. E a mim dá-me infinitamente mais gozo rir da realidade, da verdade da crise, do que da versão, mais sofisticada ou mais sacripanta, que um ou outro tenha da mesma. Rir pode ser o melhor remédio mas a realidade há-de ser sempre a melhor doença. Ou será cura?