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sexta-feira, julho 04, 2008

Žižek {e assim junto-me à malta...}

Eu ando curioso, malta. Dou voltas por aqui e por ali, na blogosfera, e em todo o lado {bom, quase todo lado} só vejo referências ao Zizek. Eu não sei quem é o Zizek, e fico logo a achar que devia. Toda a gente {bom, quase toda a gente} fala dele, e eu começo a achar que devia saber o que é, quem é, como é. É que um tipo sente-se assim que, digamos, excluído, blogoexcluído. Um Zizek come-se? Veste-se? Dá para ganhar dinheiro com um Zizek? É uma daquelas cenas que se colocam nas Crocs? É ser vivo? Ou inanimado? Há mais na praia ou no campo? No Norte da Europa ou no Sul? Zizeka-se de alguma forma? Tem a ver com carros {é que de carros não percebo nada...}? Ou vai-se para lá, de férias? Zizekem-me, por favor. Ou, como dizia o outro, zizeka-mos... ;)



Slavoj Žižek

segunda-feira, junho 30, 2008

Jesus, I'm dazzled...

Não posso agradecer o suficiente ao Daniel M. por ma ter trazido à minha beira. Tem-me acompanhado nestas derradeiras horas de esposo abandonado, de pai solteiro. Obrigado, obrigado, obrigado.

E quem a traz a Portugal? Ela já cá esteve!? Não, pois não? Enquanto esperamos por ela, restam-nos momentos como estes.

segunda-feira, junho 23, 2008

Rescaldo...

E agora que se acabou a aventura laranja, há que deitar fora as garrafas vazias, desfazer o altar em cima da cómoda {sim, caros amigos, isto por aqui dá ares de Sousa Martins...}, guardar a camisa e os adereços, reformular o meio ambiente do blog {fiquei telúrico, fiquei quasi soturno, mas isto passa... é só reler o que isto passa...}, retirar a elftal dos desktops dos PCs e, acima de tudo, agradecer.

À minha bruxinha preferida em Amsterdam que de lá, agora, mesmo que haja sol, nos diz que o silêncio impera... Obrigada Die Heks.

E aos leitores do Anauel. Sim. Que eu, mal estendi as mantas holandesas à janela, no dia 28 de Maio, me indaguei se tal opção, tal fanatismo, tal bizarria, tal opção mais contrária aos mais altos interesses da nação {ou seja, ganhar seja lá o que for...} teria consequências aqui no blog. Juro que me passou pela cabeça que poderiam baixar os índices de leitura, as visitas, os retornos, as taxas, os tempos, o diabo a sete... Mas então não é que nada mudou? Melhor, até melhorou ligeiramente. Se tivermos em conta o primeiro semestre de 2008 temos que o Anauel teve 5.243 visitantes, numa média diária de cerca de 30; que se demoraram por aqui em média 2,53 minutos; e uma taxa de retorno na casa dos 74%. Mas se tivermos em conta o período de 28 de Maio até ao presente momento {a duração do festival...} temos que aqui vieram 1.032 visitantes, numa média diária de cerca de 40; que se demoraram por aqui em média 4,05 minutos; e uma taxa de retorno à volta dos 75%. Significa isto que os meus leitores não deixaram de cá vir. Ora bem. Muito agradecido, pois. Não sei quem sejam, não imagino por que o façam, não penso neles sequer quando aqui me sento, mas acho interessante que tenham aguentado com os mesmos níveis de presença {e de interesse, presumo} esta minha fase laranja. Que eu acredito poder ser, por vezes, chata comócaraças... mas que é uma saudável e óptima oportunidade que tenho {de 2 em 2 anos} de ser infantil, tonto e feliz. Até 2010!

sexta-feira, junho 06, 2008

Ainda bem que há quem oiça a Antena 1 por mim...

Adorei o pormenor do "por terras desconhecidas"... Parece que não, mas melhora, e em muito, a narrativa. Um texto muito bem esgalhado, sonoras gargalhadas.

sexta-feira, maio 09, 2008

Upa, upa... sejam bem-vindos

Hoje vou dar uma naifada na minha veia fascista e amante da ordem! Ui... Ando há meses e meses sem saber o que fazer com os blogs que não permitem comentários. Isto é, o que fazer com os blogs que não aceitam comentários e que eu gramo! Desde cedo que institui aqui a regra de que um blog que não aceita comentários não pode, merece?, justifica-se porventura!?, ir para o blogroll "Blogs Amigáveis". Ali é lugar para aqueles que eu curto e volto e revolto; e sobretudo aqueles onde eu sei que me é permitido ir lá, bater à porta e perguntar pela vida (ou quando não está ninguém em casa, deixar mensagem...), aqueles onde eu sei que as impressões se podem trocar. Mas há blogs que eu curto e volto e revolto e que, ainda assim, não têm caixinha, não têm orelhinha onde sussurrar um obrigado, ou berrar «um vai dar banho ao cão!»... O que faço eu com eles? E alguns até me linkam... como permitir que esta situação se arraste? Bom, a partir de hoje são meus amigos na mesma, quer queiram, quer não queiram. E vão todos lá para cima. Upa!

Acho que se deve à Alexandra (ver post anterior) esta tomada de consciência. Uma vez mais obrigado.

terça-feira, abril 22, 2008

SHOSH34

Este episódio com a menina limão fez-me lembrar um outro com que me deparei há uns tempos atrás, desta feita no Youtube. Após procura, descobri por lá um filminho sobre o atentado de Georg Elser sobre a vida de Adolf Hitler (um dos que mais perto esteve de ter sucesso!) no perfil de um tal Shoshana. Pelo perfil dava para perceber que o tipo era judeu (presumo que norte-americano) e que o objectivo da sua preseça no Youtube era contribuir para a preservação da memória do Holocausto. Os filmes que ele lá tinha estavam todos relacionados com o Holocausto e com as várias formas de resistência ao Nazismo. Bom, o que eu queria mesmo, na altura, era colocar o tal filminho do Elser no meu blog Es Lebe Unser Geheimes Deutschland, precisamente na entrada de Georg Elser. Mas o embbeding do filme estava inactivo. Logo, escrevi ao tipo a pedir-lhe autorização. Mas nunca obtive resposta e algo começava a cheirar a esturro... até que um dia a resposta veio através do perfil de Shoshana no qual estava reproduzido o texto de uma carta recebida pelo Youtube (e que o tipo recebeu também) a pedir que o proibissem de continuar com aquele perfil. De quem era a carta e qual o porquê da mesma? De um tal de Steven Spielberg, através da sua Fundação para a Memória do Holocausto (ou algo parecido), e porque ele acha que ele e só ele o deve fazer. Shoshana mudou entretanto o perfil para Shosh34, já sem os filmes sobre o Holocausto, e eu fui buscar o filme (porque estava noutros sítios também) sabem onde? Ao perfil de um neonazi alemão! Pois*.

Esta história ocorrida agora com a menina limão (ver post anterior) lembrou-me este episódio. E de como estas plataformas sem as quais já não sabemos viver (youtubes, myspaces, skypes, bloggers, flickrs, etc., etc.) ainda têm muito para andar e aprender. A mim parece-me óbvio, e até desejável, que haja um escrutínio e uma censura em concordância em relação aos conteúdos que por aí pululam. E longe de mim criticar, não o faço, quem denunciou a menina limão. Trata-se do mesmo direito a preservar, o da limonada verter e o de qualquer um achar que ela é amarga demais. Mas estas plataformas têm de saber filtrar e reagir melhor e mais em cima do acontecimento, digo eu. Eu já contactei a menina limão, já me coloquei à sua disposição, e estou verdadeiramente interessado em perceber qual vai ser o procedimento para desbloquear a sua situação. Aguardemos, pois.


* Entretanto, diga-se, voltei ao Youtube e já não há shoshana, nem shosh, nem nada, nem mesmo o tal neonazi (ao menos isso...). Mas não deixa de ser um episódio sórdido.

C'um'escafandro!

Alguém (nestas coisas, há sempre um alguém...) decidiu marcar o blog da Menina Limão como impróprio, a evitar, a desconfiar, de fugir, a ter cuidado, acautelem-se almas mais sensíveis... Até aqui nada de novo... {lol} Não é mesmo por isso que lá vamos? Não é essa acidez benfazeja que lá procuramos? Acontece que o Blogger leva estas coisas a sério e agora, sempre que queremos visitar a menina limão, aparece-nos o seguinte letreiro à frente...

Isto é um total absurdo, meus senhores! Querem adoçar a limonada!?!?! A limonada não leva açúcar, seus safados!!! Queremos a nossa limonada de volta!!!!!

Pede-se, pois, encarecidamente a todos os que aqui passam que se dignem a dar lá um salto, a entrar em contacto com miss lemon e que a ajudem a retirar esta verdadeira estrela amarela (de vergonha e não de citrinice!) do peito! Bem-hajam.

sexta-feira, abril 18, 2008

Sociedade Anónima

A mim pode custar-me, mas tem de ser, tenho de viver com os anónimos. Ainda cheguei a ir ao Dashboard para alterar as condições de acesso aos comentários, mas não, não dá. Tenho de aprender, de saber viver com eles. Podia, tenho esses meios, negar-lhes o acesso, colocá-los do lado de fora, mas isso é redutor (para mim). É como ter de viver com os músicos, cegos e pedintes no metropolitano. São uns chatos mas não dá para os evitar. Fazem parte da vida. Fazem parte da comunidade. É isso a Percepção da Unidade, não é? Parece-me que sim.

segunda-feira, abril 07, 2008

Doh!!!

Para quem não tenha percebido (e aceito que fosse difícil percebê-lo...), a foto do post anterior exemplifica na perfeição como me me sinto, como me transformo, após consultar, presenciar, participar (safa!; nunca mais me apanham noutra) em discussões acaloradas pela blogosfera fora sobre o que é ser-se campeão, ser-se o máiore e o mais espezinhado (pelos vistos, a avaliar pelos lamentos...) dos adeptos. A desonestidade, a baboseira, a blasfémia, a soberba e a desinformação é tanta que não dá para aguentar... e fico assim, esbugalhado, careca, oversized, atónito, amarelado...

domingo, abril 06, 2008

...


Via Smol.Blog.

quinta-feira, março 13, 2008

The Street as Platform


Grande texto este — The Street as Platform, de Dan Hill. {Via Reactor; muito agradecido pelo texto e pelo City of Sound}

«The way the street feels may soon be defined by what cannot be seen with the naked eye.» Assim começa o texto. É longo, é. Mas é mandatory. A primeira parte do texto é Neuromancer sempre a abrir... A segunda parte levanta questões muito interessantes sobre a gestão e partilha de toda a informação invisível, privada ou não, que calcorreia as ruas das nossas cidades, lado a lado com os nossos corpos. E quais as estratégias a ter em conta (pelo Estado, pela iniciativa privada), num futuro não tão distante assim, de modo a não perdermos o controlo (a alma?) perante tanto tráfego (tráfico?). Gramei especialmente a imagem do caminho "rasgado" na relva em frente à Biblioteca Pública... Muito interessante toda a perspectiva, toda a ideia futura, sobretudo como contraponto muito válido às, já quase estafadas e deprimentes, teorias da perda de privacidade, do big brother insensível, dos dados expostos... safa. É reconfortante saber que há sempre alguém a pensar sobre isto tudo. Nada está perdido.

Dan Hill é o responsável pelo blog City of Sound e pode ver-se aqui algo mais sobre o seu percurso.

sábado, março 01, 2008

Jagdflieger

O camarada Graf von A. tem um blog! Um diário de um piloto virtual. Um local de memórias presentes e futuras, nem sempre em redor da aviação, mas sempre à caça de algo. Ele pretendia anonimato (o malandro!) mas o seu último post não lhe deixa chance alguma... Escreveu sobre Mellita Stauffenberg e eu faço questão de o "linkar" e de o colocar definitivamente no blogroll. Bem-vindo sejas, ó caçador!

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Mais um update...

O Google Analytics indica-me uma baixa de visitas desde dia 8 (estou sem escrever desde então...), uma consequente baixa na média de permanência (pudera, andam há uma semana a aqui vir e é sempre o mesmo cenário...) e apresenta ainda uma taxa de retorno na casa dos 75% (e aqui desenha-se um largo sorriso na minha cara). Isto só pode querer dizer que devo uma explicação a algumas pessoas... Mas que explicação? A de que tenho estado submerso em trabalho? A de que ainda não tenho net no novo atelier? A de que ainda me ando a habituar a novos ritmos, novas ruas, novos passeios, novas caras, novos sons? A de que o, recentemente promovido, obersturmbannführer Aue continua a sugar-me todo e qualquer momento livre? Pode ser. Mas também pode ser que não tenha estado para aqui virado. É a vida. Mas atenção, caros 75%, não desesperem (lol) que eu volto, e a bom ritmo...

E se alguma alma caridosa me souber explicar por que raio tenho acesso ao router wireless de modo a poder ver e enviar e-mails, de modo a poder falar pelo Skype, de modo a poder "baixar" quilos de mp3 no Soulseek, mas não tenho acesso, RAIOS!!!!, de modo a aceder à internet... bom se alguma alma caridosa souber o porquê e a solução, pleeeease, prove que é uma alma caridosa e explique-me como resolver este mistério.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Update

O sturmbannführer Aue continua imparável e não me deixa respirar livremente, logo, não me dá muita margem de manobra, logo, o Anauel fica refém, melhor, órfão. Mas consegui escapar-me por uns momentos (deixei-o debruçado num relatório...) e aqui vos deixo alguns apontamentos do que tem acontecido por aqui ultimamente (nos entrementes).

O Parkour veio dar comigo em encontros interessantíssimos (num parque infantil de Telheiras e nos equipamentos exteriores do Museu Nacional de Etnologia...) e não posso deixar de me emocionar com tal actividade, com tal apropriação, relação amorosa quase, com a cidade. Parkour rules!

O Carnaval é, nas palavras sábias do amigo Silva, um coisa grotesca! Tanta energia, tanto dinheiro, tanta pele eriçada do frio, tanta movimentação de portugueses nas estradas e... tão pouca diversão!!!

Uma óptima notícia! Os Cult of Luna estão em estúdio! Ainda na fase de composição mas à qual se seguirá, certamente, a gravação e, finalmente, o nosso deleite. Yesss!

Dois grandes filmes, antigos e contudo tão actuais!, vistos e apreciados largamente – Johnny Got His Gun e La Battaglia di Algeri. Falarei deles quando me for possível (e me apetecer...).

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Pergunta há já muito tempo atrás da minha orelha...

.
Porque será que a Bomba Inteligente* nunca acorda assim?




* E ainda estou para perceber os motivos de tanto fuss com a bomba... a mim parecem-me mesmo é estalinhos, lembram-se?, daqueles que à mínima humidade nos lixavam a brincadeira. Nothing personal, mas não entendo a cena com a bomba. A foto é do mesmo holandês de ontem, Erwin Olaf

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Ausência?

A minha bruxa preferida espantou-se (num comentário ao meu post anterior) por eu estar há já cinco dias (ela contou-os!), que são já sete, sem escrever nada... E, adianta ainda, espera que tudo esteja bem comigo, por estas bandas. Está tudo maravilhoso, bruxinha, como sempre! Mas têm sido dias atarefados, e muitas têm sido as razões pelas quais me ausento. Para ti e para quem por aqui passe, que fique bem claro que não me enfado, antes exulto com as agitadas horas passadas entretanto. Além de que eu tinha avisado! O principal motivo de ausência, verdadeiro rival à altura, têm sido As Benevolentes... Sim, com elas tenho traído os meus leitores... Preteridos que são nos dias que correm pelas aventuras de Max Aue... Todos os meus momentos livres têm sido dedicados ao Hauptsturmführer. Por outro lado, mudanças de instalações de atelier estão na ordem do dia e aproximam-se velozmente. Para não mencionar mudanças na própria actividade do atelier... umas portas parecem fechar-se, outras abrem-se livremente. Engraçado como as coisas respiram! Finalmente, acho que o prazer que senti quando aquelas curiosas sinergias bloguísticas (e tudo começou aqui...) se manifestaram foi tão intenso e interessante que, quais baterias, me permitiu manter-me arredado destas lides indefenidamente. Bloggers haverá que devem exultar com a quantidade de comentários aos seus posts (tipo, menos de 10 comentários é um mau registo...), quem sabe até já almejei tais recordes e os invejei. Mas aprendi que o verdadeiro motor, a verdadeira recompensa desta actividade não é o número de comentários, porventura nem os comentários, mas sim os posts que se complementam, numa de ping-pong, um surge aqui, outro responde ali, um descobre o outro e aponta um outro ainda. Muito mais interessante! Não tanto o centrar das energias num post específico e criar ali um campo de debate (por vezes, demasiadas vezes, de batalha) mas antes o reunir de vários blogs, de vários posts por esse mundo fora, em volta de uma ideia, de uma tonalidade, de uma curte, de uma referência. Já me tinha acontecido algo de parecido antes, com o The Ressabiator e com o Reactor, e aconteceu defitivamente com o Stalker (este, curiosamente, também está calado desde dia 15...). Boa onda!

terça-feira, janeiro 15, 2008

Curious blog synergy

Simon Crab chama-lhe uma curious blog synergy, eu chamo-lhe uma cena do caraças! Ora vejam.

10 de Janeiro
Simon Crab fala, no Stalker, dos early warning devices.

11 de Janeiro
Eu menciono [aqui] o post dele e pergunto-me se aquilo não é lindo então o que será? Aproveito também para ilustrar [aqui] as diferenças entre os vários aparelhos, de acordo com as suas nacionalidades, e para elogiar a estética japonesa. Ainda nesse dia, o meu amigo Alvim comenta, com propriedade, que um deles (o alemão) figura num dos livros do Tintim.

13 de Janeiro
Após consultar os meus livros do Tintim, dou razão [aqui] ao Alvim (de facto, o Ceptro de Ottokar tem um early warning device) e aproveito para dar mais um passo e menciono o infrasound device que é mencionado noutro livro do Tintim, O Caso Girasol.

14 de Janeiro
Simon Crab escreve [aqui] sobre... infrasound devices!!!

15 de Janeiro
Quando me preparo para escrever sobre esta estranha sucessão de posts, dou uma saltada ao Stalker e, BAAAM!, Simon Crab adiantou-se e apercebeu-se da tal curious blog synergy, dando sequência e informação adicional à dica aqui lançada sobre os tais infrasound devices do livro do Tintim.

Se isto não é lindo, então, pergunto-me eu novamente, o que será?!?

terça-feira, janeiro 08, 2008

Os Três Taxistas

Uma vez mais Mário Moura no seu melhor, num post sobre designers e taxistas, a auspiciar um bom 2008 em matéria de reflexão sobre a actividade.

Este texto entusiasmou-me particularmente, pois eu, em tempos, durante grande parte da minha infância, à pergunta «o que queres ser quando fores grande» respondia com um já muito reflectido e definitivo «arquitecto durante a semana, taxista ao fim-de-semana». Tratava-se do equilíbrio perfeito, pensava eu então. Pois a vida deu voltas e mais voltas (como a antena de radar vermelha...) e acabei designer, ou coisa que o valha. Arquitecto + Taxista = Designer? Será o designer a fusão perfeita destas duas actividades? A congregação, por um lado, da seriedade, da respeitabilidade, da história e do traço com, por outro lado, a aldrabice, o à rasquice, sempre a buzinar e cheio de pressa (no tráfego e na língua)? Fon fon fon.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

2007 (filmes e documentários)

Ora bem, inexplicavelmente a tentar fugir (e logo eu...) a listas de fim de ano, e por conseguinte já com alguns dias de atraso, e partindo ainda do princípio que os filmes do ano são sempre os filmes vistos/descobertos (e não os estreados) nesse ano, aqui ficam as minhas escolhas de filmes e documentários, sem ordem particular para além da cronológica.

Filmes 2007
Tropa de Elite — José Padilha — 2007
Control — Anton Corbijn — 2007
INLAND EMPIRE — David Lynch — 2006
Bug — William Friedkin — 2006
The Good Sheperd — Robert De Niro — 2006
Old Joy — Kelly Reichardt — 2006
Lady In The Water — M. Night Shyamalan — 2006
Idi i Smotri — Elem Klimov — 1985
Sharky's Machine — Burt Reynolds — 1981
Out of the Blue — Dennis Hopper — 1980
Gruppo di famiglia in un interno — Luchino Visconti — 1974
Juste Avant la Nuit — Claude Chabrol — 1971
Ça N'arrive Qu'aux Autres — Nadine Trintignant — 1971
Ballada o Soldate — Grigori Chuckrai — 1959
Popiól i Diament — Andrzej Wajda — 1958
Paths of Glory — Stanley Kubrick — 1957
Pokolenie — Andrzej Wajda — 1955
The Petrified Forest — Archie Mayo — 1936

Documentários 2007
State Legislature — Frederick Wiseman — 2007
Forever — Heddy Honigmann — 2006
The Corporation — Mark Achbar e Jennifer Abott — 2003
Ônibus 174 — José Padilha — 2002
Edifício Master — Eduardo Coutinho — 2002
Heftig og begeistret — Knut Erik Jensen — 2000
Notícias de Uma Guerra Particular — Kátia Lund e João Moreira Salles — 1999
Santa Marta, Duas Semanas no Morro — Eduardo Coutinho — 1987