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sábado, maio 10, 2008

If London Were Like Venice

E esta é outra história absolutamente deliciosa! {aqui ou aqui} A fazer lembrar esse outro delírio urbano que era o de Neu York... {aqui mencionada há uns tempos atrás} As montagens fotográficas são assustadoramente bem feitas, tendo em conta que datam de 1899... Depois apercebi-me de que a mesma revista fez, anos mais tarde, a mesma "brincadeira" com Londres e Nova Iorque. A ver aqui.


Tudo via Pruned.

Deus escreve direito por linhas tortas...

Esta história de Chip Kidd sobre a sua cópia do New York Times de há dois dias atrás é absolutamente fantástica! Dêem lá um salto e verão.

Via The Book Design Review.

sexta-feira, abril 25, 2008

Querem mais groupie do que isto...?

Ontem tive uma noite dos diabos. Deitei-me com uma ligeira dor de cabeça a anunciar uma constipação, um resfriado, uma daquelas gripinhas típicas destes dias em que de manhã faz fresco e à tarde um calor do caraças. E nestas coisas lixo-me quase sempre em toda a linha: primeiro a tal da ligeira dor de cabeça, depois aumenta e aumenta e distribui-se pelos dentes, vai subindo e descendo de maxilar, saltitando de dente para dente. Um inferno! Mas a noite passada foi inimaginável, foi surreal. Não é que a cada dente correspondia um tema do novo disco da Deolinda!?! Doía-me ali naquele ali, em cima, aquele, o encavalitado, e ressoava em toda a sua pujança o "Movimento Perpétuo Associativo"; depois passava para o outro, aquele ali ao lado do que falta, do que já não mora lá, e ouvia-se nesse silêncio o "Eu Tenho Um Melro"; depois era a vez da fileira toda de cima, do lado direito, e era o Toninho que gingava por ali fora... De loucos, não? Mas depois de um dia inteiro a ouvir o último (o primeiro!) disco da Deolinda da frente para trás e de trás para a frente, a noite, essa, só podia mesmo ser assim, Twilight Zone em toda sua dimensão...

domingo, abril 06, 2008

...


Via Smol.Blog.

sábado, março 01, 2008

Das "Against Me!" Boot

Descobri este vídeo na, como sempre, muito interessante VBS.TV e apeteceu-me colocá-lo aqui porque, de uma maneira verdadeiramente estranha (diga-se), me fez lembrar o interior de um submarino alemão nas águas geladas do Atlântico. Há algo de terno e de trágico nestes corpos barbados que se agitam nesta cave mal iluminada ao som de uma banda de hardcore (que dá pelo nome de Against Me!; fenómeno interessante mas musicalmente inócuo...), todos em sintonia surda, que só me fez lembrar essa camaradagem asfixiante, mas inegável na sua força, retratada magistralmente por Wolfgang Petersen em Das Boot...

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Pergunta há já muito tempo atrás da minha orelha...

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Porque será que a Bomba Inteligente* nunca acorda assim?




* E ainda estou para perceber os motivos de tanto fuss com a bomba... a mim parecem-me mesmo é estalinhos, lembram-se?, daqueles que à mínima humidade nos lixavam a brincadeira. Nothing personal, mas não entendo a cena com a bomba. A foto é do mesmo holandês de ontem, Erwin Olaf

segunda-feira, janeiro 28, 2008

FREE MAGENTA !

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Se isto não fosse tão triste, tão idiota, tão inaceitável, tão desesperadamente demente, até que dava para rir. E anda a malta, aqui no burgo, preocupada com o facto de as bolas de berlim passarem a vir embrulhadas individualmente...

[clicar na imagem para ir ao site da Lava Design e tentar perceber um pouco melhor a história. Tem uma versão em inglês.]

terça-feira, janeiro 15, 2008

Curious blog synergy

Simon Crab chama-lhe uma curious blog synergy, eu chamo-lhe uma cena do caraças! Ora vejam.

10 de Janeiro
Simon Crab fala, no Stalker, dos early warning devices.

11 de Janeiro
Eu menciono [aqui] o post dele e pergunto-me se aquilo não é lindo então o que será? Aproveito também para ilustrar [aqui] as diferenças entre os vários aparelhos, de acordo com as suas nacionalidades, e para elogiar a estética japonesa. Ainda nesse dia, o meu amigo Alvim comenta, com propriedade, que um deles (o alemão) figura num dos livros do Tintim.

13 de Janeiro
Após consultar os meus livros do Tintim, dou razão [aqui] ao Alvim (de facto, o Ceptro de Ottokar tem um early warning device) e aproveito para dar mais um passo e menciono o infrasound device que é mencionado noutro livro do Tintim, O Caso Girasol.

14 de Janeiro
Simon Crab escreve [aqui] sobre... infrasound devices!!!

15 de Janeiro
Quando me preparo para escrever sobre esta estranha sucessão de posts, dou uma saltada ao Stalker e, BAAAM!, Simon Crab adiantou-se e apercebeu-se da tal curious blog synergy, dando sequência e informação adicional à dica aqui lançada sobre os tais infrasound devices do livro do Tintim.

Se isto não é lindo, então, pergunto-me eu novamente, o que será?!?

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Oh, Tereza, please let me spank you...

Eu não sei se alguma vez Kenneth Tynan pisou o Rio de Janeiro. Mas se o fez decerto assistiu a este grande senhor a tocar ao vivo, bebeu várias garrafas de champanhe e, depois, já oblíquo, ainda arranjou energias para esbofetear alguma bunda que tenha conhecido... quem sabe a própria Tereza.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Kenneth Tynan

A magnífica (nunca é demais frisá-lo) revista Piauí levou-me até essa "louca" personagem que é (foi) Kenneth Tynan. O fascinante da vida é mesmo isto, a ideia de que há sempre a possibilidade da descoberta de personagens (ou factos e acontecimentos) destas e de estas se atravessarem no nosso caminho. Pode demorar mais, pode demorar menos, pode ser por acaso (pffff...), pode ser sugerida por alguém, mas é sempre fascinante dar de caras com personagens doidas como estas. Li hoje a tradução (da Piauí) de algumas das últimas entradas do seu Diário (com edição de John Lahr) e deixo aqui algumas pérolas.

«1975
7 de Junho
[a propósito de Profissão Repórter de Antonioni, que Tynan desprezou] A tarefa do crítico — pelo menos 90% dela — é abrir caminho para o que é bom, demolindo o que é ruim. No momento, Antonioni está bloqueando o trânsito na rua.

19 de Outubro
A influência mais poderosa sobre as artes no Ocidente é o cinema. Romances, peças e filmes estão cheios de referências, citações e paródias de velhos filmes. Dominam o subconsciente cultural porque os absorvemos nos nossos de formação (muito menos do que absorvemos livros, por exemplo) e tornamos a vê-los na televisão depois que crescemos. As primeiras duas gerações alimentadas basicamente por filmes chegaram agora a uma idade em que assumiram o comando dos meios de comunicação: é assustador ver como foi profunda — tanto no comportamento quanto no trabalho — a influência do cinema sobre elas. Ninguém levou em consideração o impacto imenso, que seria produzido pelo fato de os filmes serem permanentes e facilmente disponíveis da infância em diante. À medida que a quantidade de filmes aumenta, a sua influência aumentará, até que cheguemos a uma civilização totalmente moldada segundo valores e padrões de comportamento inspirados no cinema.

3 de Novembro
Um fin de semana dourado de outono com Kathleen e as crianças, num hotel da aldeia de Upper Slaughter, em Costwold. O vocabulário de Matthew vem crescendo depressa, e agora ele pode ser considerado uma pessoa com quem é possível conversar. Roxana já passou por essa prova há muito tempo. Os dois são simplesmente de tirar o fôlego pela sua beleza. Vendo Matthew comer patê (pelo qual, aos 4 anos, desenvolveu o gosto de um connaisseur) e ouvindo Roxana me pedir que lhe explique o conceito de democracia, surpreendi o olhar de K. do outro lado da mesa de almoço (rosbife e Borgonha) e senti, quase pela primeira vez, que éramos uma família — isto é, que cada qual tinha com os outros três laços robustos e duráveis de afeto, que ele/ela nunca sentiria por outra pessoa.

15 de Dezembro
Observação, vendo o péssimo trabalho de uma actriz num filme: "Ela representa tão mal que precisaram dobrar até os seus passos".

1976
4 de Abril
O rádio do carro toca. Percebo que, durante a II Guerra Mundial, o foco da nostalgia de todo o mundo era a América do Sul. Uma Noite no Rio, todo o culto de Carmen Miranda — eram um reflexo do quanto desejávamos uma área razoável do planeta onde ninguém estivesse sendo bombardeado ou invadido e onde nada fosse mais importante do que rimar "casal apaixonado" com "um céu estrelado".

20 de Maio
Fui com K. (no vestido de Garbo de Como Me Queres, que mandei copiar para ela) a um baile inspirado nos anos 20. Eu vestia um peignor de lamê azul, com lantejoulas, calções, suspensórios, meias pretas de mulher e uma peruca arrumada no estilo de Louise Brooks. (...) Raspei as pernas para a ocasião. Embora eu jamais fosse querer ser mulher, adoro a ideia de transar com uma delas vestido de mulher, e prefiro muito mais a sensação das minhas pernas sem pêlos. O que não me transforma num travesti, mas significa que gosto de explorar possibilidades sexuais que estão fora do alcance de machões de calças jeans e camiseta. (Considero uma falha na minha formação nunca ter ficado excitado com visão ou com a ideia de um homem.)

7 de Novembro
Na Califórnia, vivo num óasis cercado de carros usados e vou a festas no alto das colinas, onde senhoras de meia-idade conversam sobre masturbação. E penso: o que este homem estará fazendo nesse cenário, e quem vai pagar o aluguel?

1978
Maio-Setembro
(...) Em maio, passei quatro dias felizes em Rochester, no estado de Nova York, com Louise Brooks, que era uma alegria — inválida, mas parecendo um passarinho, hilariantemente indiscreta (afirma que, quando se masturba, mesmo aos 71 anos, "eu me sento naquele sofá e a minha boceta jorra líquido até aquele toca-discos, do outro lado do quarto. São mais de 5 metros!", junto com histórias detalhadas de seus casos com Chaplin, Hearst, Pabst!, etc.

1980
29 de Janeiro
Das Confissões, de Somerset Maugham (a propósito de Rousseau): "Existe um tipo de homem que não dá atenção às boas açoes que pratica, mas é atormentado pelas más. Esse é o tipo que, na maioria dos casos, escreve sobre si mesmo. Ele deixa de fora suas qualidades positivas e, assim, nos parece apenas fraco, vicioso e desprovido de princípios". Cairei nessa armadilha?»


A avaliar pela amostra o livro deve ser excelente. Essencialmente crítico teatral, mas crítico sempre, homem das artes e do glamour e das festas, Tynan foi o primeiro indivíduo a proferir a palavra fuck na televisão britânica, gostava de dar palmadas nos rabiosques das amigas (e estamos a falar de actividade sexual, não de reprimendas...), partilhava festas loucas com Vidal, Brando, Burton e Taylor, um Beatle aqui, um Stone ali, e tantos outros, e admitiu que a sua maior falha era nunca ter conseguido realizar um filme pornográfico... Um homem que misturou (nem sempre na perfeição, queixam-se posteriormente os seus filhos) a vida conjugal e uma vida amorosa sui generis, a "sanidade" e a "insanidade", o "belo" e o "hediondo". Um homem e uma vida a descobrir.

domingo, dezembro 02, 2007

Good vs. Coke vs. Disney vs. DK vs. Monsanto vs. D&G vs. Macdonalds vs. Ivy League vs. SuperBowl vs. Harpo vs. Evil

Resolvem tudo pelo fogo. Pela explosão. Pelo som abrupto e irrequieto e inexplicável. Os side effects nunca são contabilizados. O raciocínio e o pesar das consequências e das acções raramente são tomados em linha de conta. É verdade que o "bem" vence sempre o "mal", mas sempre à custa de muita confusão, de muito fogo, de muito barulho. É um preço alto, parece por vezes. As estruturas dos prédios (da civilização?) são esmagadas perante o olhar inebriado da populaça. O estilo, o look, o cool e o fashionable fundem-se todos uns nos outros e o resultado funde-se, por sua vez, com a violência. A violência passa assim por um constante processo de branding e é-nos vendida a prestações. E nós segui-mo-la com o olhar, à distância, e depois, bem pertinho, nos nossos pratos e nas trombas dos nossos filhos. Sordid shit.

Isto a propósito do Spider-Man 3. E quem achar que o Spider-Man 3 nada tem a ver com a realidade/mentalidade norte-americana, logo com a contemporaneidade, está muito enganado. It sucks, this state of affairs... mas ninguém pode dizer que não estava avisado. Isto é, quando chegar....

terça-feira, novembro 20, 2007

Chávez

Eu gosto de Hugo Chávez. Gosto de tipos que despertam ódios e rancores como aqueles a que tenho assistido recentemente. Um tipo que chateia àquele ponto o Rei de Espanha (que não passa de um idiota, convenhamos) só pode ter piada. E poder. E tomates. Aliás, toparam o tamanho dos mesmos durante a conversa com o Primeiro-Ministro Sócrates, hoje à tarde, em São Bento? Aquilo sim, eram uns tomates e tanto! Aquela visão era mesmo perturbante... Que se lixe o Bourbon, viva Chávez! E, sim, ele tem razão quando diz que o Rei não está habituado a muita coisa...

quarta-feira, novembro 07, 2007

Equinations


















Como sempre o Strange Maps trás-nos coisas interessantes. Como este mapa que (re)desenha o mundo tal como o conhecemos. Qual a ideia por detrás deste mapa? Cada país, um quadrado preto. Cada país, a mesma área. Com um planeta assim desenhado, duvido que houvesse alguma guerra no Iraque neste preciso momento...

quinta-feira, novembro 01, 2007

How weird is that !?!?

Num momento arrebento-me todo a ouvir os Modern Life Is War, no momento seguinte arrepio-me com o som com sabor a castanhas da Deolinda...

segunda-feira, outubro 29, 2007

The Sea and Cake

Que populaça mais bizarra aquela que encheu a ZDB no Sábado passado para ouvir os The Sea and Cake. Ex-surfistas, gays de várias formas e feitios, mulheres a caminho de tias, tias já formadas e bem lavadinhas, "oitentóctones", tudo numa mélange meio doida de perceber. Atenção que eu não tenho issues alguns com qualquer das tribos mencionadas, que fique claro. Agora o que me baralhou a cena toda foi a tal mistura de poses, de histórias pessoais. Tipo quando cai um tabuleiro de missangas no chão e elas se misturam todas e um tipo não sabe o que há-de fazer... Eu senti-me um pouco deslocado, devo confessá-lo. Devo ser uma missanga doutra fornada... E quanto aos tipos de Chigago, bem, não são bem o meu cup of tea... mas a companhia foi boa, malta.


Quanto ao notável termo (definição) "oitentóctone" tem direitos e vão todos para a Susana Durão. Que um dia alcunhou assim todos aqueles (e são bem mais do que possamos imaginar...) que por aí andam com uma perna nos anos 80 e a outra a caminho dos meados de 80...

sexta-feira, outubro 19, 2007

ZOO(filia)

Já passou um dia (da abertura do DocLisboa), continuo sem olhar para a programação como deve ser, se calhar até já nem há bilhetes para o Zidane, mas uma coisa eu sei, é que já perdi um dos mais bizarros e, provavelmente, interessantes documentários que por aqui vão passar. Trata-se de ZOO. Não deixa de ser curioso como o IMDB, na página dedicada a ZOO, recomenda aos espectadores de ZOO o visionamento de Cruising (aqui abordado há uns dias atrás) e Twin Peaks, Fire Walk With Me... olha que três.

«Na madrugada do dia 2 de Julho de 2005, um homem moribundo foi
deixado nas urgências de um hospital numa zona rural dos Estados
Unidos. Tendo identificado a matrícula do carro que o deixou no hospital
através de uma câmara de vigilância, a polícia seguiu a pista até uma
quinta onde foram descobertas centenas de cassettes de vídeo mostrando
homens de todo o mundo fazendo sexo com puros-sangue
árabes. A causa da morte do homem foi um cólon perfurado. Alvo de
uma cobertura mediática sensacionalista, o caso foi abordado por
Robinson Devor de maneira completamente diferente. "Zoo" adopta
a perspectiva dos homens que frequentavam a quinta e obriga-nos a
reflectir sobre os limites da perversão que estamos dispostos a tolerar
nos outros.» (retirado do programa do DocLisboa)

quinta-feira, outubro 11, 2007

Eu comento, tu comentas, ele comenta...

Esta coisa dos blogs é tramada. Sobretudo no que toca aos comentários. Um blog que tenha caixa de comentários (como é o caso do Anauel) tem sempre por detrás dele um tipo que, por muito que diga que não, vai controlando a existência e a qualidade dos mesmos. O comentário ao post é a prova dos nove, é um dos pilares da actividade blogueira, digo eu, que tenho um blog, que tenho caixa de comentários e que, geralmente, me queixo da falta deles... Sobretudo no que toca aos amigos. Sim, que eu sei que eles andam por aí, lêem mas depois piram-se, tipo toca-e-foge. Vêem, já me estou a queixar...

Mas tudo isto é relativo, pois quando me ponho a cogitar na agitada discussão que vai, por exemplo, lá para os lados da Vida Breve, não posso deixar de sentir que, apesar de tudo, sou capaz de preferir a semi-solidão à desenquadrada e disfuncional relação de certos comentários com a sua própria caixa (de comentários, claro está). Eu, por exemplo, ontem, à laia de pensamento inócuo e pachorrento, interrogava-me (sim, -me, pois nunca pensei que tal assunto pudesse alguma vez suscitar interesse, mas...) acerca do paradeiro da 1.ª Circular. E não é que obtive resposta, e quase imediata?! Da fé dos psicólogos ao paradeiro da 1.ª Circular, este mundo dos blogs só pode mesmo reflectir o mundo dos passeios (meaning, a rua, o quotidiano). Tudo conta, tudo interessa, tudo enerva, tudo é banal e passageiro. E o mais lindo é que, como diria a minha mãe, o tudo não existe!

quarta-feira, outubro 10, 2007

Se a 2.ª Circular...

... é a 2.ª Circular, onde fica a 1.ª Circular?

quinta-feira, outubro 04, 2007

O mundo é mesmo (a)variado...

Dizem-me que se passa na Coreia do Sul, e eu acredito.
Considerações à parte, as fotos são fantásticas.




quarta-feira, outubro 03, 2007

Myanmar

Qual é a cena com Myanmar? Sim, o que toca tanto os portugueses (e os europeus) em relação a Myanmar? Ontem nem sabiam onde era (e ainda hoje repetidamente se referem ao país como Birmânia; é o problema de verem pouco o Seinfeld...), agora é só revolta e indignação. Será que tem algo a ver com o recente périplo do Dalai Lama por alguns países europeus? Mas Myanmar não é o Tibete... É das vestes? Que, imaginamos, os tornam mais frágeis e sujeitos às sevícias militares? Uma coisa é certa, Myanmar é (e aqui cito a Wikipédia) "atualmente um regime militar com capital em Yangon (originariamente Rangum) e capital administrativa em Naypyidaw, governado por uma junta militar. Sua constituição, promulgada a 3 de janeiro de 1974, está suspensa desde 1988. Em 2004, o governo convocou uma nova constituinte, dessa vez sem a participação dos partidos de oposição (...) É composta por 7 estados (Chin, Kachin, Kayin, Kayah, Mon, Rakhine e Shan) e sete divisões administrativas (Ayeyarwady, Bago, Magway, Mandalay, Sagaing, Tanintharyi e Rangoon). Obteve a sua independência do Reino Unido em 4 de Janeiro de 1948, sendo esta a data do seu feriado nacional". Conquistou a independência há praticamente 60 anos (parabéns a Myanmar) e estes (ou outros) militares já suspenderam a Constituição vai para 20 anos (deu este brado então...?). A mim, na realidade, parece-me mais um país de um planeta cheio deles. Qual, então, a cena com Myanmar? Expliquem-me, por favor.