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sábado, junho 02, 2012

sexta-feira, junho 01, 2012

Faltam 7 dias...


Primeira internacionalização (frente à Eslovénia) de Ibrahim Affelay, Março de 2007.

Golo de "Ibi" Affelay no último jogo da Holanda (frente à Eslováquia), Maio de 2012.

quinta-feira, maio 31, 2012

quarta-feira, maio 30, 2012

segunda-feira, maio 28, 2012

domingo, maio 27, 2012

quinta-feira, maio 24, 2012

quarta-feira, maio 23, 2012

quinta-feira, maio 10, 2012

{PUB}



Já aqui vos disse que a The Blizzard é do melhor que há? Ah, ok, pois, para aí umas mil vezes... Mas não desisto. Ao fim de um ano de existência, continua de uma qualidade absurda. Assinem a revista ou comprem números avulsos, vale todos os pennies que lá deixarem (e se for edição electrónica, até só pagam o que quiserem!). Toda a ajuda é enorme para Jonathan Wilson e seus colaboradores. Todo o prazer é nosso.

quarta-feira, abril 11, 2012

Ainda o derby...

Não há nada mais triste do que uma equipa de futebol que começa a pensar como os seus adeptos. "De todos um" {bem sabemos}, mas a cada um responsabilidades diferentes. Este tipo de osmose é uma tentação, mas não é aconselhável de todo. Talvez até funcione bem quando em júbilo. Mas, e quando em apuros? e quando sob pressão? e quando é preciso dar resposta? Os adeptos podem {devem} esbracejar, gritar, protestar, insultar, mentir, cair em engano. Os atletas não. Quem porta o manto sagrado tem de ter uma outra atitude. Quem defende um clube, em campo, tem de mostrar outra capacidade de discernimento. E essa outra atitude é, sempre, lutar até ao fim. Contra qualquer adversário {aqui, o Sporting}, e contra qualquer adversidade {aqui e quase sempre, a podridão do futebol nacional}. Quando um adepto vê uma equipa de arbitragem não assinalar um penalty claríssimo {aos 2 minutos de jogo} sobre um jogador da sua equipa, para passados 16 minutos assistir ao mais ridículo penalty da época {sim, nem alguns dos assinalados sobre Hulk são tão ridículos} ser assinalado contra a sua equipa, um adepto, dizia eu, sente-se roubado, revoltado, incomodado, perseguido, insultado, o que se queira, o que ele queira. Uma equipa não. Um conjunto de 11 jogadores não. Não têm esse direito. Quando isso acontece está tudo perdido. Entregue. Para o ano há mais.

quinta-feira, abril 05, 2012




Obrigado. Foram grandes.

quarta-feira, abril 04, 2012

Feitos num oito...




Com ou sem centrais, com ou sem pernas, com ou sem a sorte do jogo, com ou sem invenções, com ou sem o jogo de Alvalade em mente, feitos ou não num oito só de pensar que em caso de vitória Messi verá a Vitória poisar... Carrega Benfica!

domingo, abril 01, 2012

O mote está dado.


O jogo de ontem frente ao Braga fez-me recordar {e de que maneira!} o jogo da época passada frente ao Marítimo. Ontem, há semelhança do ano passado, o resultado final foi 2x1. Ontem, há semelhança do ano passado, os golos foram todos marcados nos últimos 20 minutos da partida. Ontem, há semelhança do ano passado, o golo da vitória veio nos descontos. O ano passado o lance nasce pela esquerda, este ano pela direita, ambos finalizados magistralmente pelo meio da confusão, desespero, profusão, desatino. Ambos foram golos de raiva, de luta, de sofrer. Ontem Fábio Coentrão chamou-se Bruno César. O Coentrão do ano passado fez-me soltar estas palavras, o "Coentrão" deste ano faz-me, antes, acreditar. Que ainda é possível. Depois do louco jogo do ano passado, ficávamos ainda a 8 pontos do FCP. Este ano a apenas 1. É uma diferença gigantesca, dadas as características destas últimas 5 jornadas. A ver vamos. Aguenta coração. Carrega Benfica!



quinta-feira, março 22, 2012

O lado cómico da loucura...


Printscreen efectuado a 22 do 03 de 2012. Tive de o fazer... Não acredito que fique online por muito tempo...
{por favor, clicar para ler melhor}

terça-feira, fevereiro 28, 2012

De parabéns, sempre!





Campeonato de Lisboa
Vencedor 1909/10, 1911/12, 1912/13, 1913/14, 1915/16, 1916/17, 1917/18, 1919/20, 1932/33, 1939/40

Taça de Honra
Vencedor
1919/20, 1921/22, 1962/63, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1971/72, 1972/73, 1973/74, 1974/75, 1977/78, 1978/79, 1979/80, 1981/82, 1983/84, 1985/86, 1987/88

Taça "Ribeiro dos Reis"
Vencedor
1963/64, 1965/66, 1970/71

Campeonato de Portugal
Vencedor
1929/30 - 1930/31 - 1934/35

Campeonato Português
Vencedor (32)
1935/36, 1936/37, 1937/38, 1941/42, 1942/43, 1944/45, 1949/50, 1954/55, 1956/57, 1959/60, 1960/61, 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1970/71, 1971/72, 1972/73, 1974/75, 1975/76, 1976/77, 1980/81, 1982/83, 1983/84, 1986/87, 1988/89, 1990/91, 1993/94, 2004/05, 2009/10

Segundo lugar
1943/44, 1945/46, 1946/47, 1947/48, 1948/49, 1951/52, 1952/53, 1958/59, 1965/66, 1969/70, 1973/74, 1977/78, 1978/79, 1981/82, 1985/86, 1987/88, 1989/90, 1991/92, 1992/93, 1995/96, 1997/98, 2002/03, 2003/04

Terceiro Lugar
1934/35, 1938/39, 1950/51, 1953/54, 1957/58, 1961/62, 1979/80, 1984/85, 1994/95, 1996/97, 1998/99, 1999/00, 2005/06, 2006/07, 2008/09

Taça de Portugal
Vencedor (24)
1939/40, 1942/43, 1943/44, 1948/49, 1950/51, 1951/52, 1952/53, 1954/55, 1956/57, 1958/59, 1961/62, 1963/64, 1968/69, 1969/70, 1971/72, 1979/80, 1980/81, 1982/83, 1984/85, 1985/86, 1986/87, 1992/93, 1995/96, 2003/04

Finalista Vencido
1937/38, 1938/39, 1957/58, 1964/65, 1970/71, 1973/74, 1974/75, 1988/89, 1996/97, 2004/05

Supertaça de Portugal
Vencedor
1979/80, 1984/85, 1988/89, 2004/05

Finalista Vencido
1980/1981; 1982/1983; 1983/1984; 1985/1986; 1986/1987; 1990/1991; 1992/1993; 1993/1994; 1995/1996; 2003/2004, 2009/2010

Taça da Liga
Vencedor
2008/09, 2009/10, 2010/11

Taça dos Clubes Campeões Europeus/Liga dos Campeões da UEFA
Vencedor
1960/61, 1961/62

Finalista vencido
1962/63, 1964/65, 1967/68, 1987/88, 1989/90

Taça UEFA/Liga Europa
Finalista vencido
1982/83

Taça Latina
Vencedor
1949/50

Finalista vencido
1956/57

Taça Intercontinental
Finalista vencido
1961/62, 1962/1963

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Pantera Negra

São 70 anos! É muito ano. Se colocados, lado a lado, com os 108 anos do Glorioso, ainda pesam mais. Dois colossos. Os dois de parabéns.




"The Invisible Mountain", The Invisible Mountain, Horseback, 2009.



{E não esquecer que há 8 anos atrás morria, neste mesmo dia, em pleno relvado, perante os nossos olhos, Miklós Fehér. RIP.}

domingo, dezembro 04, 2011

Óbito

19 de Fevereiro, 1954 – 04 de Dezembro, 2011

 
  «A primeira selecção que apoiei foi a do Brasil de Sócrates e companhia. Era forçoso que assim fosse, pode dizer-se, uma vez que o meu primeiro Mundial foi o de 1982, o do Naranjito, em Espanha. Foi nesse ano que acompanhei com algum interesse {difícil saber o quanto}, pela primeira vez, um acontecimento desta natureza. O Euro de 1980 {em Itália} e o Mundial de 1978 {na Argentina} passaram-me ao lado, mas o Naranjito cativou-me {e como não?} e despertou-me para esta realidade dos países, com exércitos de 11, em grupos de 4 e depois em eliminatórias a doer, todos com um único objectivo, o de erguer a taça. Bom, as regras eram estas e estavam entendidas, mas faltava-me algo. Torcer por alguém. Portugal não estava lá {embora figure na caderneta dos cromos de então...}, mas eu queria na mesma jogar aquele jogo. Logo, era preciso torcer por outro alguém. E o Brasil pareceu-me a solução óbvia, ou possível, ou alguém mo suspirou? E naquela altura, do alto dos meus 11 aninhos, eu convenci-me de que aquela era uma turma especial. Fiquei hipnotizado. Não sei se era o azul e o amarelo, se a barba do Sócrates {eu diria que é impossível ficar indiferente a um jogador de barba...}, se era aquele ar doidão do Falcão, se a magia do Zico, mas aqueles eram decididamente os meus tipos. Para quem, como eu, começava naquele momento a admirar aqueles duelos colectivos, aquelas guerras pacíficas {ou nem tanto}, aquele Brasil era a escolha óbvia. E naquele fatídico jogo frente a Paolo Rossi {nunca um hat-trick, numa altura em que nem sequer sabia que tal coisa existia, me soube tão mal...} eu saboreei o amargo da derrota, a injustiça injustificável. Foi um baptismo terrível. Ali começava a minha devoção ao mundo da bola e ali eu chorei pela primeira vez por causa de um resultado de um jogo de futebol. Encontrava-me de férias no hotel da Torralta {o amarelinho; o mesmo amarelinho do escrete...} na serra da Estrela com o meu pai, nunca me esquecerei. Vi o jogo dentro do hotel, numa televisão na sala de estar, em silêncio, angustiado. Terminado o jogo, fui dar uns toques de bola, na relva, lá fora, com o meu pai. Sempre em silêncio. Aguentando em surdina algo de muito estranho para mim. Até que rebentei e chorei como a criança que era. É isto que guardo daquele que foi, provavelmente, o melhor escrete canarinho de sempre. A minha primeira selecção, como as primeiras escolhas?, foi efémera e amarga...»

sexta-feira, dezembro 02, 2011

I'm loving it, I'm loving it, I'm loving it...

Acabo de descobrir este novo projecto liderado por Jonathan Wilson {o autor desta bela obra}. Quem grama a trama e o drama sobre a grama, não deve perder a oportunidade. Puta revista!


E, sim, por vezes, os golos são mesmo sobrevalorizados. Um adolescente {no caso, Gabriele Marcotti; ver número dois da revista}, sozinho em casa, de joelhos no chão da sala, agitando-se freneticamente, para a frente e para trás, olhos fechados, ouvindo o relato dos penalties do ItáliaxArgentina em 1990 vale tanto {ou mesmo mais} que o golo do Schillaci no ItáliaxUruguai desse mesmo torneio.

terça-feira, novembro 22, 2011

domingo, julho 10, 2011

Mística

A Mística é isto. A Mística é Pablo Aimar. É jogar cada jogo como se este fosse o último. Como se fosse a coisa mais importante da vida. Porque é. Não só porque cada jogo é uma oportunidade mais de vestir o manto sagrado, como {e sobretudo} cada jogo decorrido aproxima o jogador do ponto que ele mais quer evitar. O fim da carreira. O fim da linha. Cada jogo jogado é um passo nessa direcção. O último jogo é uma realidade inexorável. E cada jogo leva-nos lá. Muitos jogadores desperdiçam carreiras numa incrível sucessão de jogos esbanjados. Muitos jogadores deixam os jogos passar por eles. Aimar não. Aimar passa pelos jogos. Diz-lhes «estou aqui para vos comer, do primeiro ao último minuto». Porque cada jogo é para levar a sério. E Aimar leva cada jogo a sério. E no meio de tanta seriedade, ele brinca. E ri. E grita. E acena, esbraceja e dá ordens. Porque aquilo é a sua vida. Ver Aimar em campo, ver Aimar movimentando-se, é ver a vida a desenrolar-se, a pulsar. E isso não tem preço. E é por isso que a Mística, ao contrário do que muitos bons benfiquistas andam a apregoar, não morreu. Ainda não morreu. Não. E este ano, esta época, uma vez mais não morrerá, mantear-se-á viva. Pois Aimar está em campo. Do princípio até ao fim. É pouco? Não. Nada. É o suficiente para me fazer renovar o meu lugar cativo. É o suficiente para me levar ao estádio. É o suficiente para me fazer cantar. Um jogador sozinho não faz uma equipa? Provavelmente não. Não é garantia de campeonato ganho? Claro que não. Mas faz um adepto feliz. E um adepto feliz faz um clube. E isso é a Mística!